O programa apresentado pelo Governo confirma com clareza a ambição de implementar um projecto antigo de regressão social: a alienação do património e das funções da Segurança Social.
O novo estatuto editorial do Expresso contém uma novidade assinalável: pela primeira vez, um órgão de comunicação social admite que irá recusar a publicação de notícias que possam ser prejudiciais aos interesses instalados.
Rui Tavares abandonou o grupo do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu para engrossar as fileiras dos Verdes. Vale a pena perscrutar o posicionamento dos verdes europeus e, em particular, da sua locomotiva, os verdes alemães.
Para o CENA - Sindicato dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, o maior desafio é idêntico ao de qualquer organização sindical: conseguir envolver activamente os trabalhadores na sua construção.
Uma mentira muitas vezes repetida torna-se uma verdade – eis a doutrina fundamental das vozes do comentário único que nos massacram diariamente na televisão e outros meios de comunicação social.
Em tempos conturbados, o esforço para nos mantermos atentos é o que nos qualifica. Contra a estranheza, a vontade. Contra a inevitabilidade, a escolha.
A criação de um discurso que opõe o sacrifício das pessoas ao privilégio e irrealismo político dos movimentos sociais, começando pelo sindical, é a táctica presente para a desagregação do campo organizado dos que vivem do trabalho.
Embora seja praticamente consensual que este momento de reflexão deva assumir palcos públicos, a exposição e consequente risco a que a organização fica sujeita é significativo.
O novo Ministro da Educação (e da Ciência e do Ensino Superior) despreza a escola progressista e as “pedagogias modernas”. Diz que um dos principais problemas da escola portuguesa é a falta de exames. O seu discurso fácil deve ser examinado.