Opinião

Luís Leiria

Como é que Passos Coelho e Nuno Crato vão defender a prevalência do mérito tendo o Relvas ao seu  lado?

João Teixeira Lopes

O algoritmo está a falhar. Gaspar não acerta uma. O caminho certo e sem alternativa revelou-se, como sempre o dissemos, a antecâmara do desastre.

João Mineiro

O governo promulgou as alterações ao regulamento de bolsas de estudo para os estudantes do Ensino Superior. Uma coisa temos desde já garantida: se no ano passado milhares de estudantes abandonaram o Ensino Superior, este ano serão muitos mais!

Bruno Maia

Este fim-de-semana o nosso ministro da Saúde fez-se passar por Calimero e encenou uma farsa que só o desespero e a desorientação podem justificar.

Roberto Almada

Alberto João Jardim não está “bom da tola”.

Marisa Matias

As pressões sobre a comunicação social não são de agora. As referências ao ministro Miguel Relvas também não. As trapalhadas à volta de tudo isto acumulam-se. Mas não é papel da ERC impedir que haja ataques à liberdade de imprensa?

Salvatore Cannavò

Entre as principais medidas de corte apresentadas pelo governo aos sindicatos encontramos a redução de pessoal no sector público de 10% ao nível dos funcionários e 20% ao nível dos dirigentes.

José Manuel Pureza

O discurso antirrendimento mínimo é a face pimba da política da direita.

Pedro Filipe Soares

O Governo violou a Constituição com o corte dos subsídios de férias e de Natal. Quem o diz é o Tribunal Constitucional, ao mesmo tempo que suspende a Constituição. Afinal, os direitos ficam na gaveta enquanto a troika estiver a mandar.

João Ricardo Vasconcelos

Vindos diretamente das business schools e similares que surgiram nos quatro cantos do país, muitos membros desta geração ocupam depois cargos de gestão pública. A missão de um organismo transforma-se então no seu negócio, os cidadãos nos seus clientes e os seus projetos e iniciativas nos seus produtos.

Paulo Cardoso

Estamos perante um sistema repressivo que usa o desemprego como chantagem e a austeridade como arma.

Cristina Andrade

É urgente que o IPST generalize nas suas práticas o disposto na lei e, já agora, que equacione rever o protocolo inerente às dádivas de sangue, designadamente no que concerne às questões inerentes à vida sexual das/os dadoras/es, porque elas nada avaliam.