O governo está em crise porque desprezou as pessoas, porque governa contra os cidadãos, porque rebaixa e maltrata quem vive do seu trabalho. O governo está em crise porque perdeu o país.
O Governo faz-se de ignorante perante as declarações do consultor Borges, mas enquanto isso vai fechando a porta à espera que alguém apague a luz na RTP.
A direção do PS clarificou a sua posição. Certamente muitos socialistas se questionam sobre o absurdo dessa “abstenção alternativa” de que fala Zorrinho.
Cada dia que passa com Passos e Portas, o futuro está mais longe e as nossas vidas pior. Precisamos de soluções e alternativa. O primeiro passo é a sua saída.
No ano passado, Passos dizia que Sócrates tinha perdido a confiança do país quando escondeu as medidas de austeridade que negociava em Bruxelas. Ao imitá-lo esta semana, mostra que já não tem nada a perder.
O Congresso Democrático das Alternativas pretende responder claramente à suposta fatalidade de não existirem alternativas à política seguida. Este 5 de Outubro promete.
Os dados do comércio internacional mostram que o "milagre do ajustamento externo" não está relacionado como a resolução dos problemas estruturais da economia portuguesa, pelo contrário, resulta do seu aprofundamento.
No deserto da democracia, pudemos surpreender-nos com o imprevisível. À biopolítica brutal deste Governo, as pessoas respondem reclamando as suas vidas, “tudo”, num agir em conjunto exemplar.
Quando a Primavera Árabe chegar finalmente à Palestina, o seu maior alvo não será Abbas ou Fayyad. Abbas não é Mubarak. Fayyad é precisamente o oposto de Khadafi. O alvo vai ser a ocupação.
Angela Merkel declarou há semanas atrás que “Portugal tem de passar pela recessão”! A naturalidade da expressão não perturbou os gestores assumidos do crime social e económico contra o povo.