Opinião

Rui Pulido Valente

O caso grego tem sido muito elucidativo e revelador do problema de fundo que atravessa a sociedade ocidental e os seus sistemas políticos.

João Camargo

As migrações em massa são um processo de adaptação às alterações climáticas e devem ser interpretados dessa maneira: não existe uma maneira de travá-los e colocar obstáculos no caminho só criará uma cultura de ódio, intolerância e xenofobia...

Tiago Pinheiro

Despedidos mais de 200 enfermeiros, o que resta hoje na Saúde24?

Jorge Martins

Para a criação de uma bipolarização artificial, a coligação de direita (PàF) e o PS usam diversos meios: diretamente, através de apelos ao “voto (in)útil”, ou subliminarmente, através dos órgãos de informação.

Francisco Louçã

O programa PàF oculta as suas contas sobre o futuro da segurança social e, comprometido em Bruxelas com um corte de 600 milhões. António Costa criticou esta fraude e garantiu que “palavra dada é palavra honrada”. No entanto, o programa do PS afeta profundamente as pensões “sagradas”.

Tiago Pinheiro

Partimos sem contrapartida, sublinhando em tantas paragens a imagem de um país que não nos quis: o brilhantismo dos que partem e a ignorância dos que os instigam a partir.

Moisés Ferreira

Queremos continuar o caminho da austeridade que destruiu as nossas vidas ou queremos ir por um novo caminho?

Jorge Martins

Como disse alguém, o “voto (in)útil” só é útil para quem o recebe. E tem o efeito perverso de levar os partidos de maior dimensão a governar sempre da mesma forma.

Zuraida Soares

O que nos é oferecido por PSD e PS - que têm alternado, no poder, na República - são declarações sonoras sobre os Açores, as quais, depois de serem esmiuçadas, não nos garantem absolutamente nada de concreto.

Miguel Guedes

A propósito da crise humanitária dos refugiados temos ouvido e lido o discurso do medo no seu esplendor.

David Roque

O neoliberalismo, muito à semelhança do seu bisavô oitocentista, é defensor de um darwinismo social, uma torção simplista das teses de Darwin, que impõe como lema “O mundo é dos mais fortes” e jamais “O mundo é dos solidários"…

O valor do Novo Banco está muito, mas muito longe dos 4.900 milhões que foi necessário injetar. O Governo defende-se então com a velha estratégia: a decisão é do Novo Banco, do Fundo de Resolução, do Banco de Portugal, é de quem a apanhar, mas não é nossa.