Opinião

Bruno Góis

O autor da ideia “como não há os livros que gostaria de ler, escrevo-os eu” voltou a brindar-nos com disparates. Desta vez a vítima da sua ignorância foi o marxismo e principalmente a cultura democrática.

Paulo Mendes

A Câmara Municipal de Angra do Heroísmo orgulha-se de manter 250 desempregados em programas ocupacionais. Julga que está a fazer um grande favor a quem trabalha a preço de saldo, ocupando postos de trabalho permanentes na autarquia.

José Soeiro

Quanto mais se sabe, mais atónito se fica. E se é verdade que algumas notícias dão até vontade de rir, o problema é que nada disto é uma piada. É mesmo um golpe.

João Camargo

Durante mais de 40 anos a procura de petróleo rendeu zero. Hoje rende especulação, mas que não haja engano: há quem tenha disponibilidade para destruir solos e mares, mesmo com baixas possibilidades reais de comercializar petróleo.

Pedro Abreu

É chegado o tempo da mudança de paradigma energético, começando pelo principio de que no mundo actual o direito à energia é um direito fundamental, tão básico como todos os outros direitos constitucionais.

Zuraida Soares

Se 40 anos de Autonomia merecem, sem dúvida, ser festejados, devem ser também motivo de reflexão para preparar o futuro.

Francisco Louçã

Que o governador se preocupa pouco com a conta do contribuinte, isso já ficou evidente no caso do Banif e noutros. Portanto, não esperemos cuidados especiais por parte do Banco de Portugal.

José Maria Cardoso

Muita gente ganha muito com o dinheiro de todos nós. Assim se compreende que contratos criados como supletivos se tenham tornado efetivos.

Luís Monteiro

Tenho para mim que a ideia de que existe uma praxe boa é puro voluntarismo sem efeitos práticos. A praxe representa um mecanismo distorcido de integração a partir da exclusão.

Paulino Ascenção

Não há empresas relevantes só de empresários e sem trabalhadores, mas há empresas de grande dimensão que prosperam sem patrão.

Maria Luísa Cabral

O governo ganhou a confiança dos cidadãos porque cortou com o estilo autoritário da governação anterior. Porquê, então, ignorar os contribuintes da ADSE quando se planeiam alterações significativas? O desprezo indicia autoritarismo e os cidadãos, mesmo os que não são contribuintes da ADSE, não se iludem.

Miguel Guedes

Em 180 dias, perante uma contestação que pode rasgar a pátria simetricamente entre o verde e o amarelo, até a revisão da própria bandeira do Brasil já parece ser uma possibilidade que se lê nas estrelas.