Opinião

A eutanásia não é uma escolha sobre a morte. É sobre a liberdade de decidir como queremos viver uma morte quando esta se afigura insuportavelmente inevitável.

Miguel Guedes

Quem vir, ouvir ou ler as declarações deste último mês de Carlos Silva, secretário-geral da UGT, tem todas as razões para duvidar dos sentidos.

Luís Monteiro

2018 tem de ser ano da recuperação do Ensino Superior e da Ciência como serviços públicos fundamentais, que merecem ser tratados como tal.

Moisés Ferreira

Não se percebe como é que se teima em desperdiçar e mandar embora profissionais que são tão necessários no Serviço Nacional de Saúde.

Luísa Moreira

Muitas companhias de teatro transportaram as suas vidas, mudaram todo o material e fazem agora o luto do processo, procurando cada qual uma solução viável para a sua sobrevivência.

José Manuel Pureza

A ideia de que exercer uma profissão liberal ao mesmo tempo que se é deputado é uma garantia de liberdade para o deputado, que lhe permite não ser um obediente funcionário, é estranha e sem fundamento.

Francisco Louçã

Leonor, cavaleira da mais insigne ordem de cavalaria, que não leu Camões nem se enfadará com a mitologia do Tosão de Ouro, sabe pelo menos que as monarquias são um conto de fadas para as revistas cor-de-rosa.

Joana Mortágua

Os rankings são o subproduto deste sistema anacrónico de avaliação que serve mais para classificar do que melhorar as aprendizagens.

João Camargo

A limpeza cosmética da espuma, ordenada pelo Governo, serve para muito pouco se o que causou a mortandade se mantiver a funcionar.

João Fraga de Oliveira

Pequenas e médias empresas. PME. Muito tem sido e continua a ser invocada esta sigla. E justifica-se. Dado o peso das PME no tecido empresarial português, são estas que são determinantes na criação e manutenção de emprego.

José Manuel Pureza

Um ano depois de ter apresentado um anteprojeto de lei que consagrava a despenalização da morte assistida, o Bloco de Esquerda torna hoje público o texto definitivo do seu Projeto de Lei.

Pedro Filipe Soares

O bom caminho iniciado em 2015 tem a marca da negociação que se fez à esquerda e que o Partido Socialista teve de aceitar para chegar ao governo. Mas, desde então, há uma vítima das escolhas do governo de António Costa: o investimento público.