O Governo da República do Partido Socialista, no que diz respeito às suas responsabilidades para com os Açores, tem ficado muito aquém do que poderia fazer crer o seu discurso.
Será que o Presidente do Governo Regional dos Açores preferiu não ficar associado a uma cerimónia que endeusa a quantia de 150 euros, como salário mensal garantido?
Foi preciso esperar 17 anos, mas agora é a sério. Portugal vai ter finalmente aquilo que o afamado “modelo português”, elogiado por todo o mundo, já previa desde o início: salas de consumo assistido para utilizadores de drogas.
A Lei de Bases da Saúde data de 1990. É um dos legados de Cavaco Silva que ainda assombra o nosso presente e que faz parte do maior ataque ao sonho de António Arnaut para um Serviço Nacional de Saúde (SNS) geral, universal e gratuito.
É necessária interpretação criativa para entender a posição do governo português e do Presidente da República face aos bombardeamentos na Síria. Dizem “compreender” o ataque porque é preciso “construir a paz”.
Portugal, Espanha e Marrocos e a insanidade institucional. Há algo verdadeiramente estúpido nestes três países: abundantes concessões de exploração de petróleo e gás.
PS e PSD assinam o acordo para uma maior descentralização de competências para as autarquias, acenando o doce-cenoura da descentralização a um país que tem a regionalização como seu desígnio constitucional.
Os opositores à despenalização da morte assistida têm trazido para este debate alguns argumentos que mistificam a realidade. São fundamentalmente quatro essas mistificações.
A direita faz mesmo a escolha que se pensaria impossível, aceita a liderança do chefe supremo, Trump, e vai segui-lo nas suas aventuras, onde houver golpe, onde houver estado de exceção, onde houver bomba.
O único lado que há para defender é mesmo o do povo sírio. O mundo está a ser comandado por loucos. Se aceitarmos fazer-lhes companhia, somos cúmplices.