Por quatro vezes o Parlamento aprovou iniciativas que mandataram o Governo a reconhecer o tempo de serviço dos professores. Na primeira, o PS votou a favor.
O argumento de Costa é que as parcerias público-privadas são poucas e pouco relevantes. De facto, não são pouca coisa: recebem €2000 milhões por legislatura.
Em vésperas da greve climática estudantil, que recolheu adesões de norte a sul do país, do litoral ao interior importa ter presente alguns dados resultantes de estudos sobre o aquecimento global que o império tenta escamotear.
O povo rejubila com a descoberta do caminho para a liberdade e exige: queremos privados a gerir as instituições públicas da saúde, da educação, da segurança social. Isto não pode continuar a ser a União Soviética!
A reação do Governo em torno das carreiras dos professores é uma encenação irresponsável, sem fundamentos palpáveis, a não ser porventura um imediatista cálculo eleitoral.
Mesmo com a entrada dos odiosos no Congresso, uma tendência que é preciso travar, é inevitável que por toda a Europa se fale na exceção ibérica. Com uma diferença em relação a Portugal: a geringonça tem maioria, será que Sánchez arranja maioria?
Tal como em relação à violência doméstica, também no ambiente não basta a lei, apesar de ser importante. A aplicação da lei e a administração da justiça encontra estruturas condicionadas por várias formas de conservadorismo.
Para Nuno Melo, candidato pelo CDS às eleições europeias, o Vox é um simples partido de Direita, que cabe perfeitamente na sua família política, o Partido Popular Europeu.
Estando perto da conclusão os contratos dos hospitais de Cascais, Loures e Vila Franca, eternizar as parcerias público-privadas vale centenas de milhões de euros.
Não, não é difícil atrair gente para o interior e é bom viver aqui. Mas os poderes centralistas apenas dão paliativos para esta doença da desertificação humana.
Interrogo-me sobre a substância, as origens e a evolução dos rituais de iniciação e de integração nos grupos estudantis e nos diversos patamares em que eles se estratificam.