Na última semana gerou-se, e bem, uma onda de solidariedade com Miguel Duarte, o jovem português acusado pelo governo italiano por “ajuda à imigração ilegal”.
Todos os dias somos confrontados com aberrações com as quais somos cúmplices por omissão. Basta olhar e exigir o confronto com o que existe como regular vazio, ao nosso lado, aquele que suportamos mesmo quando nos intima por voz própria.
Ficaríamos muito mais satisfeitos e felizes se, de vez em quando, e não apenas no 10 de Junho, os Governantes em Portugal se lembrassem de nós, levando a sério os nossos problemas.
O sonho dos Mello ou da Luz Saúde é que não haja uma única lei em Portugal que determine a gestão exclusivamente pública do SNS, uma via verde para as PPP.
O Miguel é um exemplo. E o seu país, a começar pelo Estado, deve honrá-lo, garantindo-lhe toda a defesa contra um ato de perseguição da política do ódio.
Na Suíça, um país com um índice de qualidade de vida semelhante ao dos países nórdicos e sobre o qual assumimos com demasiada facilidade que também as questões de género estão num patamar mais avançado, o que parece nem sempre é.
Cá em casa acabaram as cápsulas de café. Fui desencantar a antiga máquina de café italiana de ir ao lume e arrumei a máquina que me fazia gastar duas a três cápsulas de plástico por dia.
Após as matérias reveladas pelo The Intercept, o Brasil parou à espera de novas revelações para ver quem mais está envolvido na fraude jurídica e eleitoral em que desaguou a Lava Jato.