A crise climática subiu para o topo dos assuntos no debate político. A solução que tem lavrado pelo mainstream mediático e político redunda na máxima “planta o bem que o resto vem”.
Foi publicado a 1 de julho o decreto-lei que permite a quem trabalha para o Estado faltar de forma justificada, até 3 horas, no primeiro dia de aulas das crianças.
Ao longo da História, a Besta tem assumido geografias, nacionalidades e contextos diversos. Porém, é frequentemente legitimidade pelos votos de uma maioria piedosa que procura ser salva…de quem e de quê, afinal?
Aquilo de todos estarem satisfeitos com as PPP é uma afirmação algo extravagante. Com maior exatidão deveria escrever-se, no mínimo, que todos os relatórios oficiais dizem o contrário e apontam erros graves.
O último Conselho Europeu teve bastantes particularidades. Além de se ter arrastado por mais dias do que estava inicialmente previsto, os resultados são desastrosos.
No que toca ao meio-ambiente, vivemos em Loures numa espécie de faroeste, onde impera a lei do mais forte, e ao elo mais fraco – as populações – cabe baixar a cabeça sem tugir nem mugir.
Não é de estranhar que a economia de mercado se esteja a transformar cada vez mais numa sociedade e natureza de mercado. Como salienta o slogan usado em manifestações por todo o mundo “mudar o sistema, não o clima.”
O PS quer ocupar o espaço do PSD por achar que é a derradeira porta por onde pode entrar a maioria absoluta. Assim, a ordem é direita volver na legislação.
Intervenção proferida, em nome do Bloco de Esquerda, no dia 1 de julho de 2019, na sessão solene do Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses, que decorreu no concelho de Machico.
Por diversas vezes os números do déficit têm sido inferiores aos próprios objetivos do Governo. Quem paga esses “brilharetes” de Centeno são os serviços públicos, são as pessoas.
Nas últimas semanas, têm sido votadas, artigo a artigo, a proposta do Governo e as dos partidos à esquerda para a lei do trabalho. O resultado final deste processo legislativo arrisca-se a ser duplamente decepcionante.