O caminho para o fecho político da sociedade parece inexorável. Agora ainda mais com a necessidade de defesa dos golpistas em relação às informações divulgadas e por divulgar.
Enquanto prevalecer uma lógica de mercado na gestão da floresta que privilegia grandes manchas florestais de eucalipto, o interior do país continuará a ser consumido pelo fogo!
Não divulgar a lista destas pensões douradas, que representam um gasto anual de sete milhões de euros para os cofres públicos, seria proteger o privilégio.
A Amazónia não é o quintal de Bolsonaro. O que está a acontecer no Brasil é assunto nosso também. A destruição de povos indígenas e de património da Humanidade é assunto nosso também.
Os modelos de voto preferencial são os que mais facilitam os deputados bala-boi-bíblia, e é por isso que os democratas brasileiros pedem uma lei à portuguesa.
Começar o ano letivo sem o passe família por incompetência e por uma atitude de desconfiança e de suspeição dos presidentes de Câmara (nomeadamente do Porto e de Gaia) relativamente às pessoas é uma vergonha.
A violência doméstica é o resultado de uma sociedade desajustada, com raízes profundas numa cultura patriarcal que ainda predomina, quer seja num estado ativo ou latente. Infelizmente, os Açores registam a mais elevada taxa de incidência, com 3,9%.
A previsibilidade em política só não antecipa a morte do artista se ainda houver terra para queimar após vindima. Que foi chão que deu uvas, isso todos dirão.
A União Europeia e o Mercosul fecharam no final de junho o “Acordo de Associação Estratégica”, ou seja, um acordo de comércio que criará uma das maiores áreas de comércio livre do mundo.
Uma nova lei de bases da saúde, aprovada à esquerda, foi um esforço titânico de muitas e de muitos – ela era tão urgente quão má era a lei prévia que atribuía ao Estado responsabilidades e obrigações no desenvolvimento da medicina privada.