Por estes dias, penso no testemunho de determinação e de diálogo do João Semedo. Sei que ele tinha toda a razão. E que esta quinta feira esse testemunho estará totalmente presente no que decidiremos.
Ontem ouviu-se um não, dito pelo jogador [Marega] alvo dos ultrajes. Dizer não. Parece coisa pouca. Mas não é. Dizer não permite-nos mostrar aos outros que existimos e estamos vivos. Um não vale mais que mil acrobacias diplomáticas. Não!
Marega deixa o exemplo de coragem. Para casos homofóbicos, machistas ou xenófobos a resposta daqui para a frente só pode ser uma: todas e todos os presentes devem abandonar esse jogo.
Passou praticamente despercebida a notícia de que a União Europeia colocou esta semana as Ilhas Caimão na lista dos paraísos fiscais. A razão foi o Brexit e a leitura não poderia ser mais clara.
Uma síntese do que se escreveu quando já nada mais há a dizer. Morrer não é só uma fatalidade quando morrer é quase uma obrigação. É dignidade pelo livre arbítrio e pela escolha individual, o fim de um sofrimento atroz.
A Comissão para a proteção dos animais utilizados para fins científicos deve levar a sério as incumbências que lhe ficaram definidas por lei e portaria, as propostas que fazemos devem trabalhar nesse mesmo sentido de rigor e credibilidade.
Que a transposição da Diretiva anticorrupção não esqueça, e contemple, a ilegalização do chamado “SLAPP” (ação judicial estratégica contra a participação pública).
Podemos questionar se a legalização do aborto alguma vez deveria ter sido submetida a referendo, se valeu a pena esperar tantos anos, roubando a dignidade, a saúde e a vida a tantas mulheres.
A estratégia do superávite em tempo de juros negativos quer simplesmente dizer que o governo prefere a renda financeira à constituição do Estado social.
Apesar de Lisboa ter sido eleita Capital Verde Europeia em 2020, não se conhece qualquer medida para a redução da poluição emitida pelos navios de cruzeiro.