Assinalamos positivamente este passo do PS em direção ao que há muito defendemos. Precisamos de construir uma cidade diversa, onde as famílias conseguem fixar-se e onde o turismo não é a única atividade económica.
A história recente da privatização dos CTT é a história de uma privatização errada, levada a cabo pelo último governo PSD/CDS, concluída em 2014, que levou à alteração na resposta de serviço postal para pior. Bem pior.
Os tempos que temos pela frente vão ser, aliás, já estão a ser, difíceis. Trazer a público as divergências com quem coordena a resposta de saúde pública não os vai simplificar e é uma tremenda irresponsabilidade.
Em Portugal como em França, em Espanha, na Itália, na Áustria ou nos países nórdicos, a direita tradicional está a incorporar o essencial do programa da extrema direita.
Nos últimos dias têm sido divulgadas imagens que denunciam a sobrelotação dos transportes coletivos na Área Metropolitana de Lisboa (AML). Comboios cheios, autocarros a abarrotar. O distrito de Setúbal não é exceção.
Olhando para a tragédia que pode acontecer, será assim tanto pedir à comunidade internacional que, mesmo em tempos de pandemia, ponha os olhos na Palestina?
Ninguém se atreve a antecipar a dimensão da vaga de falências até ao final de 2020. Vai ser ela que irá determinar o nível de desemprego em 2020 e 2021.
Seria de esperar que se percebesse a importância do SNS, em contexto de epidemia e fora dele, e que o compromisso para reforçar meios fosse real e sério. Mas António Costa já nos habituou a fazer parecer aquilo que não é.
A pandemia tornou visível que não é possível cumprir as obrigações do Estado com a cultura com orçamentos mínimos, quase residuais, ou assente no princípio da transversalidade, colocando a cultura submissa aos interesses do turismo, por exemplo.