Mesmo reconhecendo que o controlo das taxas de juro é insuficiente, no que Draghi, Lagarde e outras figuras de topo do BCE têm insistido, a referência à política orçamental é omissa.
Há futuro aos 71 anos? Se sim, que queremos desse futuro? A nossa opinião conta? E como faremos para passar das palavras aos atos concretos? A resposta, em 2021, só podia ser uma: uma aplicação!
Porque é tempo de definir compromissos programáticos que assentem no desenvolvimento sustentado no presente e sustentável para o futuro, o Bloco de Esquerda, promoverá o debate por uma regionalização democrática que almeje a coesão social e territorial.
Desta vez, o desastre chegou ao centro do poder europeu. O que mais será necessário para que se entenda que estas catástrofes são previsíveis, que têm causas e responsáveis?
Estive em Lima, acompanhei o acto eleitoral e a contagem de votos, que durou vários dias… Sem nenhuma dúvida, o professor, sindicalista e “rondero” Pedro Castillo é o novo presidente do Perú, eleito democraticamente.
Verdadeiramente ofensivo para a memória do trabalhador que perdeu a vida na A6 é não ter havido um contacto pessoal do ministro com a família nem sequer a (prometida) agilização da pensão de sobrevivência ou de uns cêntimos do Estado.
O Estado e Região têm um papel fundamental em setores estratégicos como a educação, a saúde, o ambiente e a importância da prestação de serviços públicos de qualidade e proximidade e não podem descuidar de investir nestes setores.
A sua morte inesperada, há dias, deixa a memória de uma luta tenaz para uma esquerda socialista que possa e queira vencer os mais poderosos adversários. Nenhum passo será dado nesse rumo sem levarmos connosco o que o Michel foi, aprendeu e ensinou.
Quando foram vendidos submarinos alemães a Portugal, à Grécia e à Coreia do Sul, as evidências de corrupção incomodaram a agenda política de cada país. Agora, a maldição dos submarinos alemães volta a assombrar a Europa, com a venda de seis unidades de Tipo 214 à Turquia.
O Governo continua a fazer uma gestão orçamental que corre atrás dos problemas e, com isso, deixa a crise crescer e bater à porta de milhares de pessoas. Pela parte do Bloco, nenhuma negociação séria poderá assentar no princípio do cheque em branco.
Apesar dos efeitos nefastos gerados pela crise pandémica, a extrema-direita não foi capaz de capitalizar com eficácia descontentamentos que foram aparecendo um pouco por todo o lado.
Há uma linha que separa a neutralidade da cumplicidade, essa linha são os Direitos Humanos. Não há neutralidade possível na defesa dos Direitos Humanos. Quando os Direitos Humanos são atacados a “neutralidade” é cumplicidade, pior, é a escolha do lado do opressor.