A reunião dos países mais poderosos começa esta sexta-feira na Argentina, um país que vive uma situação de regressão social. Recentemente, ganharam destaque denúncias de “legalização” de casos de trabalho infantil para alimentar a indústria do tabaco.
A comissão de assuntos financeiros do Parlamento Europeu chumbou a integração do Tratado Orçamental nas leis europeias. “O Tratado deve começar a morrer depois deste voto”, afirmou Marisa Matias.
O candidato que prometia "mudar tudo o que está aí" cede às barganhas fisiológicas dos partidos e entrega nacos do Estado a interesses corporativos. Artigo de Guilherme Boulos, dirigente do MTST e ex-candidato presidencial.
Uma manifestação que tentou cruzar a fronteira entre o México e os EUA foi recebida por gás lacrimogéneo. O Ministro do Interior do México anunciou que os vai deportar.
Através de um breve comunicado, o Conselho Europeu informou que os chefes de Estado da União Europeia deram o seu aval à saída do Reino Unido da União Europeia. Bloco pede "novo plano" para a Europa.
Um relatório da Amnistia Internacional (AI) afirma que a maioria dos países da Europa ainda reconhece o crime de violação apenas quanto se verifica violência física, ameaça ou coação.
Num ataque a um mercado em Kalaya, no noroeste do Paquistão, morreram pelo menos 35 pessoas e mais de 50 ficaram feridas. Noutro atentado, ao consulado chinês na cidade de Karachi, morreram cinco pessoas.
A conferência de imprensa de José Eduardo dos Santos deixa duas marcas fundamentais: trata-se da primeira invetiva amplamente publicitada do antigo presidente contra o novo; ataca o ponto fraco de Lourenço, onde se estão a sentir as maiores dificuldades. Artigo publicado em Maka Angola
Ameaças do ultradireitista presidente eleito provocaram a decisão de Havana de retirar do Brasil todos os seus 8.700 clínicos. Resultado é um “cenário desastroso” que afetará os mais pobres e a população indígena. Por Luis Leiria.
Depois da grande mobilização de sábado, o protesto contra a subida do preço dos combustíveis prossegue esta segunda-feira com mais de cem bloqueios em todo o país.
Quatro anos depois dos protestos conhecidos como Occupy Central ou “revolta dos guarda-chuvas”, em defesa de eleições diretas para o governador, os seus líderes podem ser condenados a sete anos de prisão.
Ministro da Justiça angolano reconheceu as “execuções e prisões arbitrárias” na repressão de 1977, que o país deve “lembrar para que não volte a acontecer”.
Um dirigente do sindicato de jornalistas da Turquia diz que “a situação está a piorar de dia para dia” e dá conta de assassinatos de jornalistas a mando do regime.