Segundo o estudo do Banco de Itália, a riqueza está concentrada no topo da pirâmide e as famílias de baixo rendimento são, ao mesmo tempo, as mais endividadas.
Nos gráficos a que rezam e nas curvas que os enlevam, os liberais conseguem vislumbrar uma racionalidade segundo a qual os indivíduos, como o gado, estão condenados a um deslocamento sazonal para locais que oferecem melhores condições.
A lei de Procriação Medicamente Assistida que existe tem limitações e é preciso torná-la mais abrangente e não discriminatória. E a crise não é pretexto para que nada se discuta para além das questões económicas.
Um primeiro-ministro que aconselha os cidadãos do seu país a emigrar reconhece, de forma bastante explícita, que não faz ideia de como governar o país.
A doença tem uma marca social: os mais pobres adoecem mais vezes e mais gravemente. Este é, pois, o pior momento para aumentar as taxas e, ainda por cima, reduzir o número de isenções.
A história agora é outra. Não vivemos nem no país, nem na Europa das maravilhas. A rainha de copas, autocrata e narcísica, aparece engalanada de bugigangas financeiras.
As propostas governamentais representam a eliminação de 20 dias de descanso em cada ano, a desvalorização dos salários em cerca de 10% e um ataque ao direito à negociação e à contratação coletiva.