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De George Floyd a Bruno Candé

O assassínio de Bruno Candé teve motivações racistas. O Esquerda.Net reúne um conjunto de artigos publicados nos primeiros seis meses deste ano, que dão perspetiva ao racismo como problema estrutural.

O assassínio de Bruno Candé teve motivações racistas. Não foram razões pessoais nem loucura do momento que levaram o assassino a ameaçar repetidamente a vítima, planear o assassínio, pegar numa arma ilegal cuja origem ainda está por explicar, e disparar repetidamente sobre o ator.

Dos abusos sobre Cláudia Simões, ao movimento #BlackLivesMatter, despoletado pela morte de George Floyd a 25 de maio, até à morte de Bruno Candé, o Esquerda.Net reúne um conjunto de artigos publicados nos primeiros seis meses deste ano, que dão perspetiva ao racismo como problema estrutural.

O colonialismo continua vivo, sendo o racismo estrutural e institucional, intrínseco à sociedade capitalista, o seu maior legado. Artigo de Mariana Carneiro, publicado na revista Esquerda.

Posto de controlo do PAIGC
As feridas abertas da Guerra Colonial

 

Neste artigo de 2015, o movimento #BlackLivesMatter converteu-se numa organização para lutar contra a brutalidade policial como também contra as condições económicas, sociais e políticas que oprimem os negros dos EUA. Artigo de Dan La Botz, Viento Sur.

O movimento “Black Lives Matter” organiza-se e procura definir-se politicamente

 

 

"O caso de Cláudia Simões obriga-nos a olhar de frente para muitos problemas graves por resolver no nosso país".

 

Deputada bloquista Beatriz Gomes Dias lembrou a impunidade dos abusos policiais contra jovens negros em Portugal e defendeu medidas de combate à discriminação racial "que garantam igualdade no acesso a salário digno, à habitação, à educação, à saúde, à justiça". É essencial que esta enorme vaga de indignação e mobilização por justiça se traduza em mudanças reais e profundas. Artigo de Beatriz Gomes Dias.

"Afirmar que as vidas negras importam é exigir políticas públicas para remover obstáculos do racismo institucional"

 

 

Criado por três mulheres negras, Black Lives Matter começou por ser um hashtag de denúncia da violência policial contra pessoas negras nos Estados Unidos da América para se tornar num movimento não hierárquico com representação em mais de quarenta cidades.

 

 

Brutalidade policial espalha protesto a várias cidades dos EUA

Protestos #BlackLivesMatter em Seattle, EUA. Imagem via Flickr de Kelly Kline. Licença Creative Commons.
Brutalidade policial espalha protesto a várias cidades dos EUA

 

A 6 de junho, em várias cidades foram milhares as vozes que se juntaram para lembrar a memória de todos os George Floyd que têm sido vítimas de racismo. A deputada Beatriz Dias também marcou presença defendendo a criação de “políticas públicas que combatam o racismo e a discriminação racial”.

 

Passados mais de 45 anos das independências das nações ocupadas por Portugal, o colonialismo continua vivo, sendo o racismo o seu maior legado. Por Beatriz Gomes Dia

 

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