“O facto do Governo ter assumido publicamente que não iria solicitar a última tranche à ‘troika’ implica naturalmente da nossa parte a exigência da retirada das propostas de alteração da lei da contratação coletiva no imediato”, afirmou o secretário-geral da CGTP à agência Lusa no final de uma reunião de concertação social.
Arménio Carlos explicou que a alteração da lei de contratação coletiva foi “uma matéria colocada como pressuposto para que o Governo pudesse receber a última tranche”, adiantando que “agora deixou de fazer sentido insistir na medida”.
A defesa da contratação coletiva e a exigência de eleições estão no centro das reivindicações da CGTP para a grande manifestação convocada para este sábado no Porto, a partir das 15h30 na Praça do Marquês. No sábado seguinte, dia 21, a manifestação é em Lisboa, com os cortejos a partirem do Cais do Sodré e do Campo das Cebolas.