Opinião

Miguel Portas

Os Governos da União querem manter o controlo sobre o orçamento europeu, mas pretendem diminuir as suas comparticipações.

Joana Mortágua

Esta economia doente e envenenada é um "sistema dual": de um lado os que lucram com a doença prolongada da economia; do outro, toda uma economia, milhões de pessoas que sofrem para beneficio daqueles.

José Manuel Pureza

Passos Coelho pôs o país a falar do novo imposto sobre o subsídio de Natal e, com isso, conseguiu um quase silêncio sobre um programa de governo que é, no seu todo, de uma violência inaudita.

Pedro Filipe Soares

Três meses depois de prometer que não tocaria no subsídio de natal, Passos Coelho dá o dito por não dito, logo na apresentação do programa de governo.

Tiago Gillot

O programa apresentado pelo Governo confirma com clareza a ambição de implementar um projecto antigo de regressão social: a alienação do património e das funções da Segurança Social.

Luís Leiria

Um ano depois, a Grécia oferece-nos a imagem viva do que espera Portugal muito em breve.

Ricardo Coelho

O novo estatuto editorial do Expresso contém uma novidade assinalável: pela primeira vez, um órgão de comunicação social admite que irá recusar a publicação de notícias que possam ser prejudiciais aos interesses instalados.

João Teixeira Lopes

Rui Tavares abandonou o grupo do Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu para engrossar as fileiras dos Verdes. Vale a pena perscrutar o posicionamento dos verdes europeus e, em particular, da sua locomotiva, os verdes alemães.

Bruno Cabral

Para o CENA - Sindicato dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual, o maior desafio é idêntico ao de qualquer organização sindical: conseguir envolver activamente os trabalhadores na sua construção.

Álvaro Arranja

Uma mentira muitas vezes repetida torna-se uma verdade – eis a doutrina fundamental das vozes do comentário único que nos massacram diariamente na televisão e outros meios de comunicação social.

Marisa Matias

Em tempos conturbados, o esforço para nos mantermos atentos é o que nos qualifica. Contra a estranheza, a vontade. Contra a inevitabilidade, a escolha.

Adriano Campos

A criação de um discurso que opõe o sacrifício das pessoas ao privilégio e irrealismo político dos movimentos sociais, começando pelo sindical, é a táctica presente para a desagregação do campo organizado dos que vivem do trabalho.