Opinião

Luís Fazenda

A Islândia é frequentemente citada no debate público, quer a propósito dos resgates do FMI, quer sobre o “default” da dívida, o “não pagamos”. Sob a ameaça da “dividocracia”, o que se passa realmente na Islândia”? Separar factos de mitos parece essencial na discussão de alternativas ao “regime de credores”.

Luís Branco

Em Barcelos, a distribuição da água foi concessionada a privados por trinta anos. Mas só demorou oito até levar o município à ruína.

Catarina Martins

O Governo prepara-se agora para o maior aumento dos preços de transportes de sempre. E já avisou, pode bem não ficar por aqui. Tenha o Governo uma certeza: a contestação popular também não vai ficar por aqui.

João Teixeira Lopes

Cavaco Silva vive no e para o palácio. Por isso, do alto do seu incomensurável narcisismo, esquece a realidade do país e o sentido da sensatez.

Amy Goodman

Mais de 350 protestos foram realizados na semana do 10º aniversário de Guantánamo. Ainda permanecem lá 171 prisioneiros.

O ministro das finanças disse que Portugal está próximo de “um ponto de viragem” na crise. De facto, são poucos aqueles que não sentem o enjoo da viragem, ou melhor, das guinadas deste Governo.

Salvatore Cannavò

Se a segurança rodoviária fosse realmente um “bem comum”, se o transporte se tornasse um serviço e não um Status, talvez déssemos um passo em frente na organização de uma vida mais digna.

Immanuel Wallerstein

Por qualquer ângulo que escolhamos, 2011 foi um bom ano para a esquerda mundial – seja qual for a abrangência da definição que façamos dela.

Marisa Matias

Esta semana Angela Merkel apoiou a emissão de obrigações de dívida pública alemã destinada aos Länder, os Estados regionais que compõem o Estado Federal Alemão. Com esta aprovação a mensagem é clara. Mão-de-ferro no que à Europa toca, mas dentro de portas as contas são outras.

Alice Brito

Vamos imaginar Passos Coelho a contar tostões para ir à farmácia. Paulo Portas a perguntar o preço da carne e a ficar-se pelas asas de frango, já com cinco prestações da casa em atraso...

Miguel Portas

O novo Tratado não resolve nenhum problema. Ele é mais um problema. A sua lógica, como a do Plano de Estabilidade e Crescimento que lhe serve de base, é recessiva.

José Manuel Pureza

O discurso da direita sobre a confiança faz-se para manter intocado algo que é, por definição, tudo menos digno de confiança: o primado dos mercados financeiros.