Opinião

Luís Branco

A poucas semanas das eleições, Passos Coelho prometeu ir ver se será possível "desonerar salários e pensões" em 2016. Ou seja, quando os eleitores que enganou em 2011 lhe derem um novo mandato para continuar a governar ao contrário do que prometeu.

José Joaquim Ferreira dos Santos

O chamado Documento de Estratégia Orçamental para os próximos quatro anos, acorrenta Portugal à austeridade comandada pelos interesses das instituições europeias, com a necessidade de cortar dois mil e quinhentos milhões de euros de despesa.

Sofia Roque

Em Portugal, há empresas que só aceitam trabalhadoras que assinem um compromisso de não engravidar nos primeiros 5/10 anos de trabalho.

Tiago Pinheiro

Hoje parto, sabendo as terríveis saudades que sentirei, esperando que um dia me retribuas apenas com um sorriso de esperança tudo o que sonhei ser para ti: um filho amado pelo seu País.

Catarina Martins

Hoje sabemos que para este governo há algo que ainda vale menos que as pensões: a sua própria palavra.

Marisa Matias

Não é a primeira vez que Pedro Passos Coelho promete mexer no salário mínimo nacional. A lição que tiramos de todas as outras vezes é que o primeiro ministro promete e depois recua.

José Manuel Pureza

A celebração dos quarenta anos do 25 de Abril será inútil se não fizer da assunção das respostas aos fatores de esvaziamento da democracia o seu propósito essencial.

Luís Monteiro

Há uns dias atrás, foi lançada uma petição em defesa do Ensino Artístico Público que reclama a igualdade de acessos ao Ensino Superior. A petição conta já com quase 4000 assinaturas e vai ser entregue na Assembleia da República.

João Camargo

O petróleo está a cozinhar o planeta e o modelo económico e energético baseado nos combustíveis fósseis recusa abrir caminho a quaisquer alternativas.

Zuraida Soares

Como há três anos atrás, continuo a dizer: deixem-se de mentiras! Só com a reestruturação da dívida e com a recusa do Tratado Orçamental é que é possível erguer de novo este país.

Esther Vivas

Caminhamos para um mundo com mais comida menos diversidade e maior insegurança alimentar. A “dieta globalizada” é resultado de uma “produção-distribuição-consumo globalizado”, onde não contam nem os camponeses nem os consumidores.

Cecília Honório

Além da sobrelotação, as condições sub-humanas em que vivem pessoas detidas e guardas-prisionais é intolerável - entre doenças de pele, situações de fome, violência extrema, roupa que não é lavada há anos e aumento de ratos, baratas, percevejos, tudo se passa nos estabelecimentos prisionais.