Comemos petróleo, ainda que não pareça. O atual modelo de produção, distribuição e consumo de alimentos é viciado em “ouro negro”. Sem petróleo, não poderíamos comer como o fazemos. Num cenário onde vai ser cada vez mais difícil extrair petróleo e este ficará mais caro, como nos vamos alimentar?
O lançamento desde tipo de grandes programas, agendas ou estratégias é normal na atividade governamental. O que nos leva então a sentir a milhas o cheiro a show off político?
‘Fim da troika’, foi o título das primeiras notícias que se fizeram ouvir nos noticiários da passada noite. Mas fim da troika significa fim da destruição da Escola Pública?
A troika, agora de capuz, escondida ao virar da esquina, mas a salivar abundantemente à nossa mesa, não saiu de Portugal. Deu-nos uma aparência de férias em liberdade, prisioneiro em saída precária com pulseira electrónica num "InterRail".
Se tu soubesses o que eu penso de ti, mesmo sendo eu um número, uma brevíssima parcela de uma estatística qualquer, uma ínfima criatura desconhecida, ficavas ofendido.
Na União Europeia do nosso tempo, os programas que nos governam de facto não vão mais a votos - fossem e seriam cilindrados. As troikas não são eleitas - e, no entanto, são elas que nos governam.
A Associação de Estudantes do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar opõe-se à realização, a 11 de maio, da Garraiada Académica, financiada pela FAP. Em causa está o respeito pelos direitos dos animais e a coerência com a cultura e valores da sua escola superior.
O local, e ainda mais num contexto de crise, vende. Mas, que queremos dizer quando falamos de km zero? Trata-se de uma moda, de uma marca ou de uma aposta na mudança?
No dia 1 de Maio comemoram-se os direitos alcançados pelos trabalhadores. A jornada das 8 horas de trabalho. O direito a férias. A justa retribuição. No entanto, a sombra que paira sobre as gentes deste país é negra, densa e cerceia cada vez mais as conquistas de Abril e Maio.
Os jornalistas Helena Matos e José Manuel Fernandes torturam as estatísticas oficiais de forma a encobrir o que os Precários Inflexíveis têm vindo a defender e constatar em conjunto com amplos sectores da luta social em Portugal.