A viragem que Passos Coelho anuncia desde que tomou posse é mesmo tornar o país numa república das bananas por definição: totalmente dependente do exterior, fraco, subserviente, vazio, provinciano.
Uma ameaça paira sobre as políticas agroalimentares na Europa. Trata-se do Tratado de Livre Comércio entre os EUA e a UE. Como vampiros em busca de sangue, as multinacionais do agronegócio esperam lucrar, e muito, com estas novas medidas de liberalização comercial.
Cinco membros da família Espírito Santo e três administradores do grupo garantiram 152 mil euros à campanha presidencial vitoriosa de Cavaco Silva. A dose seria repetida cinco anos mais tarde. Já em plena crise no BES, Cavaco retribuiu com duas aparições na pele de chefe supremo da nação.
Mark Udall, o senador democrata do Colorado, vai deixar o seu cargo esta semana, mas poderá ter ainda por diante a sua tarefa mais importante como senador.
A tese de Maria João Avillez assenta bem na velha tese do “quanto pior, melhor”: quanto mais for martirizado o povo grego por um governo do Syriza, melhor para a direita, que voltará para impor a ordem e o progresso.
A propósito de Paulo Portas, do ministério público e dos submarinos. Por mais críticas que se faça ao MP, nenhuma crítica autoriza que se pretenda transformar o arquivamento na absolvição dos investigados.
No cofre dos reis magos ia essa sabedoria, essa simples humanidade. Estimai o que é importante, tende curiosidade e descobri o que não conheceis, sabei usar o que vos é dado, respeitai os bens da terra e vivei em paz com os outros.
Passos Coelho congratulou-se por 70% dos estágios resultarem num contrato de trabalho. A maioria dos estagiários, no entanto, conhece bem a instabilidade por que passa nos escassos meses de estágio e a incógnita do fim que se aproxima. Onde mora a razão neste conflito?
António Costa, ao dizer tudo e o seu contrário, quer o voto da esquerda política sem assumir compromissos, e assim ficar de mãos livres para continuar a ser alternância sem ser alternativa.
A PACC, além de injusta, nada mais acrescenta se não instabilidade, discriminação e humilhação dos docentes com competências certificadas e provas dadas na prática docente.