Os lucros das empresas de trabalho temporário (ETT) resultam pura e simplesmente do negócio de alugar pessoas. Sabemos do que se trata: de intermediar trabalhadores, ficando com uma parte do seu salário. É legítimo?
É hábito corrente dizer-se que são os vencedores quem escreve a História, para justificar, não tanto a relatividade da importância atribuída a factos e até mesmo interpretações históricas, mas mais a defesa, no presente, dos vencidos do passado.
A Central Nuclear de Almaraz, a 100 km da fronteira portuguesa, terminou em 2010 o seu tempo de vida útil. Apesar disso, o Estado Espanhol decidiu manter a central a trabalhar durante mais 10 (!) anos.
Os portugueses vivem uma overdose de Presidente, uma overdose de Marcelo. O que era apenas ao domingo, é agora diário e, com frequência, mais do que uma vez por dia.
É óbvio que todos os pais querem o melhor para os filhos. Aliás, foi apostando nessa senda de que o que interessa, no fundo, é “o melhor para os meus” que se criou um mito chamado “liberdade de escolha”.
A recente polémica em torno da proposta de alteração da designação do documento de identidade, o Cartão de Cidadão, reclama que, sem estridência, pensemos nos desafios políticos que, enquanto ativistas sociais, ela nos coloca.
Estão criadas as condições para a entrada numa nova crise global sem se ter saído da última, que é mascarada com uma recuperação que, na verdade, não existe.