Será Trump um epifenómeno? Ou, com mais prudência, seria um cometa breve se não fosse no Estado mais poderoso do mundo? Não, nem isso. Ele é poderoso e temível precisamente por ser um Frankenstein.
A eleição de Donald Trump apanhou meio mundo impreparado porque esse meio mundo não pensou pela sua própria cabeça, desatou a pensar pela cabeça dos outros.
Benditas eleições cuja proximidade muda o panorama dos concelhos. Parece que entrámos numa outra dimensão onde se aceleram processos, anunciam obras e se fazem calendários de inaugurações.