Proponho três vetores urgentes na necessária construção de um discurso que incide preferencialmente no ES Politécnico como subsistema que urge reconsiderar.
O governo português não só autorizou o furo como deixa aparentemente sem quaisquer condições que esse furo seja feito na altura do ano que mais convier às petrolíferas.
Uma esquerda que, como o Rui Tavares, divida o campo político entre “nacionalistas” e “cosmopolitas”, optaria por sacrificar os direitos dos seus cidadãos (...) em nome da pertença à UE?
O que uniu esta verdadeira multidão foi a vontade de afirmar que há, nos EUA e em todo o Mundo, uma maioria que não está disposta a aceitar tudo o que Trump é.
Encontrar a resposta adequada ao problema, planear a sua execução e já agora algum brio no que se faz deveria ser a marca da gestão autárquica, mas, infelizmente, não é.
No alvor de um novo ano, fazem-se balanços entre o prometido e o conseguido, discutem-se conjeturas e adensam-se justificações, projeta-se a esperança de um novo rumo partindo das hipóteses em aberto.