No ano passado, foram 3115 os migrantes que morreram naquele mar feito cemitério. É uma condenação à morte feita pela política de fronteiras fechadas a quem foge da miséria e da Guerra.
O acordo com Kim Jong-un pode ser mais uma exibição do que uma solução concretizada. Mas o que é evidente é que, em Singapura, Trump está a dizer aos governos europeus e aos seus concorrentes asiáticos que hoje é ele quem manda.
No Porto como em Lisboa, milhares de pessoas estão a ser despejadas das suas casas. A situação é de emergência social e as respostas têm de estar à altura. Até haver novas leis, é preciso suspender os despejos.
A aliança entre protofascistas da Liga e calculistas do 5 Estrelas demonstrou ser uma ameaça para os imigrantes, o primeiro alvo, e para os trabalhadores, a segunda vítima.
Se a escola fosse uma embarcação, carregada de crianças e jovens, num tempo de turbulências e vendavais, que poderíamos e deveríamos esperar da sua tripulação? Que condições deveriam ser garantidas para trabalharem e chegarem a bom porto?