Em 2019, o valor orçamentado para o Contrato Local de Segurança em Loures está reduzido a uns insignificantes 55 mil euros, tornando claro que nem o Governo central nem o executivo municipal consideram este projeto uma prioridade para os respetivos mandatos.
Se houver uma perturbação financeira, a consistência da resposta dos bancos centrais e governos pode ser decisiva. Ora, se for precisa cooperação para responder a uma crise, na Casa Branca há Trump.
O sistema-mundo carece de um novo compromisso com a Declaração do Direitos Humanos da ONU e com o respeito pelo direito internacional. A atual desordem mundial parece ser apenas capaz de somar mais desordem.
Meteu-se o “Observador” pelos misteriosos caminhos da religião, emboscando alguns eclesiásticos sobre as suas convicções. Desencadeou-se uma tempestade.
Derrotar a extrema-direita requer novas narrativas de identidade colectiva que abarquem o pluralismo. Novas políticas que reintroduzam os direitos sociais onde a austeridade cavou mais fundo e a cultura humanista apoiada em colectivos não amedrontados.
Conhecer os grandes devedores que colocaram em risco, não só os bancos de que muitas vezes eram acionistas, mas as maiores empresas do país, é um requisito básico de transparência.
Apesar da época bastante propícia a dormências, há quem não admita passar o Natal sem uma boa polémica, numa espécie de surto que abale as frutas cristalizadas e aqueça o réveillon para o ano que aí vem.
A recente Diretiva Europeia dos Direitos de Autor, que se encontra ainda em discussão, e em particular o seu Artigo 13.º, é o problema. A realidade dá razão à superstição: o número 13 traz mesmo azar.