Em 2015, António Costa indignava-se com esta engenharia e alertava os contribuintes para os riscos que corremos. Agora, as vozes do PS indignam-se por alguém achar que os riscos se tornaram certezas caras.
Um dos problemas, para o qual todos os governos se têm recusado a olhar, é o envelhecimento da carreira docente. O maior problema é que, dentro de poucos anos, vamos ficar sem professores.
Damos, enquanto civilização, um novo passo em frente com a greve climática estudantil, mas não nos podemos acomodar, por mais retumbante que seja o seu sucesso.
O caso do juiz Neto de Moura tem dominado as atenções da opinião pública publicada. E assim não poderia deixar de ser, dados os contornos das suas decisões e os seus efeitos.
Precisamos do feminismo para deixarmos de fingir que os comportamentos machistas são normais, que existem papéis sociais determinados ou naturais para mulheres e homens.
O presidente da EMPORDEF fez uma acusação gravíssima: a gestão dos extintos Estaleiros Navais de Viana do Castelo teve atos que classificou como "alta corrupção". A luta contra a corrupção não é compatível com muros de silêncio.
Quando o Novo Banco foi criado, a lei permitia que fossem bancos e fundos de investimento a suportar uma parte maior das perdas. Mas não foi essa a opção do Governo PSD/CDS nem do Banco de Portugal.
Será que a educação para a diversidade na escola pública deve ser facultativa? O Estado e os serviços públicos são “neutros” e despidos de quaisquer valores? A resposta é simples: não!