Opinião

Francisco Louçã

Em 2015, António Costa indignava-se com esta engenharia e alertava os contribuintes para os riscos que corremos. Agora, as vozes do PS indignam-se por alguém achar que os riscos se tornaram certezas caras.

Diego Garcia

O rio Dão, pelo menos na sua passagem pelo distrito de Viseu, sofre há anos de um enorme atentando ambiental.

Joana Mortágua

Um dos problemas, para o qual todos os governos se têm recusado a olhar, é o envelhecimento da carreira docente. O maior problema é que, dentro de poucos anos, vamos ficar sem professores.

João Camargo

Damos, enquanto civilização, um novo passo em frente com a greve climática estudantil, mas não nos podemos acomodar, por mais retumbante que seja o seu sucesso.

António Lima

O caso do juiz Neto de Moura tem dominado as atenções da opinião pública publicada. E assim não poderia deixar de ser, dados os contornos das suas decisões e os seus efeitos.

Francisco Louçã

Distinguir entre o populismo mediático, a clareza da justiça e a fronteira da exposição dos próprios magistrados torna-se um problema difícil.

Ricardo Moreira

Precisamos do feminismo para deixarmos de fingir que os comportamentos machistas são normais, que existem papéis sociais determinados ou naturais para mulheres e homens.

Fernando Barbosa

Dr. Rui Moreira, não brinque com os passageiros, não brinque com a importância dos transportes públicos.

João Vasconcelos

O presidente da EMPORDEF fez uma acusação gravíssima: a gestão dos extintos Estaleiros Navais de Viana do Castelo teve atos que classificou como "alta corrupção". A luta contra a corrupção não é compatível com muros de silêncio.

O caso Neto de Moura não é apenas uma maçã podre, pode ser a demonstração dos erros de um sistema.

Quando o Novo Banco foi criado, a lei permitia que fossem bancos e fundos de investimento a suportar uma parte maior das perdas. Mas não foi essa a opção do Governo PSD/CDS nem do Banco de Portugal.

Bruno Maia

Será que a educação para a diversidade na escola pública deve ser facultativa? O Estado e os serviços públicos são “neutros” e despidos de quaisquer valores? A resposta é simples: não!