Ainda ouço as vozes do meio milhão de ativistas na manifestação pelo clima em Madrid a 7 de Dezembro: “Nem um grau a mais, nem uma espécie a menos”, “Estão a ficar sem desculpas e nós sem tempo”.
Esperar por milagres tecnológicos não é a postura mais realista e precavida. Este é um desafio que requer solidariedade, cooperação e respostas coletivas.
Aos poucos a corrupção vai desviando recursos públicos, condicionando pequenas decisões políticas e grandes decisões de Estado, vai dando má fama à política e minando a confiança nas instituições públicas.
O episódio protagonizado por Ferro Rodrigues, repreendendo André Ventura pela excessiva utilização das palavras "vergonha" e "vergonhoso" em plena Assembleia da República (AR), é um exemplo do que não deve ser feito para sinalizar maus comportamentos e desmascarar fraudes.
Espera-se que um docente de Braga vá fazer uma substituição a Santiago do Cacém por pouco mais de 700 euros e com prejuízo para a sua carreira contributiva? O pior é que sim.
O Governo, que há dois meses achava que podia governar como se tivesse maioria absoluta, estará agora a deixar-se encurralar num conciliábulo com o PSD-Madeira ou, pior, com receio de o recusar mesmo que tal seja somente uma jogada.
Basta ouvirmos a expressão “sexo frágil” para imediatamente pensarmos numa mulher ou num conjunto de mulheres. Acontece automaticamente. E nesta expressão subjaz, implícita, a ideia de que o outro sexo será o forte.
A luta contra o alargamento do aeroporto da Portela, em Lisboa, e a construção de um aeroporto civil sobre a actual base aérea do Montijo começa a ganhar novos contornos.
Entre acreditar em alterações climáticas e defender acções concretas que permitam resolvê-las há ainda muita diferença. A crise climática é uma crise política e não estamos todos do mesmo lado.