A saúde deve ser vista como investimento e o paradigma salutogénico deve ser foco das políticas públicas, numa aposta clara na potencialização dos indivíduos, comunidades e recursos existentes, bem como no combate às desigualdades na saúde.
Não adianta chorar lágrimas de crocodilo pela situação miserável de milhares de trabalhadores imigrantes, nalguns casos a roçar o trabalho escravo, se se continuar a alimentar este modelo.
A gestão cultural de um município tem o potencial de ser um fator de desenvolvimento e de atração de gerações mais novas para visitarem e se fixarem no concelho. No entanto, a Câmara Municipal limita-se, praticamente, a investir na tauromaquia.
No SNS, o estado de necessidade não foi um momento. É uma condição. E é a determinação em o assumir, contra a estreiteza estratégica da contenção orçamental, que a democracia cada vez mais exige.
A greve dos trabalhadores que fazem a limpeza da CP e da Infraestruturas de Portugal merece toda a nossa solidariedade. Com salários de miséria e repetidos abusos laborais, são as primeiras vítimas do outsourcing.
O rumo estratégico de mudança passa pelo combate contra todas as desigualdades e a luta contra a pobreza, por uma educação que promova a igualdade e por serviços públicos e estratégicos que respondam às necessidades das pessoas.
Em junho assinala-se o Mês do Orgulho, no qual celebramos os feitos da luta da comunidade LGBTQ+, recordamos quem já cá não está e no qual marchamos pelo que ainda há por fazer. Mas porque ainda marchamos?
Notícias que saíram na Comunicação Social levam-me a escrever um apontamento sobre um assunto que os mais interessados e envolvidos na vida sindical e no sindicalismo de classe que se defende na CGTP, desejariam que não fosse notícia.
Está aberta a porta à legalização da canábis para uso pessoal no processo que agora se iniciou no parlamento. Sejamos capazes de dar mais este passo de progresso.
Nos Açores, o atual Governo Regional sobrevive numa coligação que prefere insuflar egos do que apresentar medidas que propiciem uma região mais solidária, mais igual, sem estigmas, sem preconceitos. Uma região para todas e todos.
Na TAP, é preciso que a visão dos trabalhadores prevaleça no processo de decisão estratégica da empresa, afastando “o algoritmo dos despedimentos” e do corte de direitos, enveredando-se por uma rota que crie inovação, valor e emprego.
É mais do que provável que o regime de Putin não precisasse da ajuda da Câmara Municipal de Lisboa (CML) para saber os dados pessoais dos três dissidentes que quiseram organizar uma manifestação contra a detenção de Alexei Navalny, opositor ao regime russo.