Para ser claro na condenação do avanço das políticas de ódio contra a população LGBTI+ na Hungria, bastaria ao Governo alegar a defesa dos presumíveis valores europeus e pôr os olhos na Presidente da Comissão Europeia.
Há uma linha que separa a neutralidade da cumplicidade. Essa linha são os Direitos Humanos. Quando os Direitos Humanos são violados a “neutralidade” é a escolha do lado do opressor.
Em Espanha estão a ser tomadas medidas para cortar o pagamento às centrais elétricas (barragens) que não enfrentam custos acrescidos. A medida poderá resultar em cortes na fatura de 5%. Por cá, o Governo foi ao Parlamento anunciar um corte nas eólicas que não existe.
Está a chegar dinheiro a rodos da União Europeia, dizem que para garantir a nossa resiliência. Pois bem, tanto dinheiro é uma oportunidade única para mudar as vidas destes grupos e de todas as pessoas que têm estado a vida inteira a recuperar de adversidades.
A água doce é base de muitas formas de vida, como a humana, no planeta Terra; a sua escassez e uso abusivo e inadequado, constituem uma ameaça crescente ao desenvolvimento, à proteção do ambiente e à própria humanidade.
O Código do Trabalho que temos é um problema e a pandemia veio comprová-lo de forma reforçada. O apego de Centeno e de Costa à herança da direita é insustentável.
Na sequência da polémica suscitada em torno da intervenção de Nuno Palma na reunião do Movimento Europa Liberdade (MEL), o historiador Fernando Rosas rebate as teses do professor da Universidade de Manchester na área da História Económica.
É profundamente injusto tirar conclusões precipitadas, culpabilizando a Iniciativa Liberal (IL) pelos números de casos covid que começam, novamente, a crescer assustadoramente na região de Lisboa e Vale do Tejo.
A ONU instituiu o dia 3 de junho como Dia Mundial da Bicicleta. Foi este o dia escolhido pelo Bloco de Esquerda para divulgar a proposta legislativa que defende a criação da Grande Ecovia do Tejo: um percurso ciclável e pedestre, de Espanha a Lisboa, junto ao rio Tejo.
A imigração não é uma questão de polícia, nem os imigrantes devem ser tratados como criminosos. Ter uma política humana de imigração é urgente para garantir que quem recebemos tenha o tratamento digno que merece.
Na passada segunda-feira, investigadores científicos tornaram a manifestar-se contra a inação do ministro Manuel Heitor. Em causa está a prometida mas não cumprida medida de prorrogar todas as bolsas de investigação durante o período de confinamento.
Insistir no abuso do período experimental terá escassos efeitos práticos, mas tem um enorme poder de anúncio: mostra que nem a feijões o Governo abdica da regra da precarização.