O conformismo com as “leis do mercado” não é outra coisa que não uma opção ideológica em favor da estrutura de privilégios que existe. Foi para isso que o PS quis uma maioria absoluta?
Os jogos de vídeo, com todo o real deslumbre e maravilhas que proporcionam, infelizmente, também escondem algumas das piores ideias políticas dos nossos tempos. Está na altura da esquerda levar a luta para as ruas virtuais dos jogos.
As emissões continuam a crescer, mesmo que a cada ano se tornem mais brutais os sinais da emergência climática; as energias renováveis não substituem as fósseis, limitando-se a responder a parte do consumo que se vai ampliando.
Haverá um aumento na verba disponível para a Direção Regional dos Assuntos Culturais no Orçamento da Região? Haverá uma estratégia traçada para salvaguardar os seus agentes culturais e promover a cultura dos Açores, cá e lá?
Pela calada do Verão, com as escolas fechadas e muita gente de férias, as empresas concessionárias dos transportes na península de Setúbal passaram ao assalto descarado ao bolso e ao direito ao transporte.
A memória do Holocausto e da violência desencadeada pelo fascismo contra dezenas de milhões de pessoas, particularmente judeus, não pode servir como retórica justificativa de uma ocupação colonial e de um projeto de limpeza étnica.
Transformar o Edifício do Centro Educativo da Madeira numa verdadeira Comunidade Terapêutica é uma boa ideia que penso poder vir a ser mais um instrumento para ajudar cada vez mais pessoas que, na nossa Região, estão dependentes do consumo de estupefacientes.
O funcionamento do Estado é o centro da disputa política e económica, dado que a captura de bens e serviços públicos se tornou o eldorado do início do século XXI.
A Educação em Portugal atingiu os melhores resultados de sempre em vários indicadores. Toda esta evolução tem como atores a classe dos professores. Paralelamente somos um dos países da OCDE onde a classe docente é mais envelhecida. Artigo de Jorge Humberto Nogueira
Ana Luísa Amaral quis "fazer outra vez das palavras armas de arremesso que não se limitem a pairar, suaves, mas perfurem as florestas da noite", como escreveu em 2012.
O fogo que arde, neste caso não é o do conhecimento, que Prometeu ofereceu aos humanos segundo a alegoria mitológica. No entanto, parece-me que assim como o titã, estamos condenados a um ciclo de dor e sofrimento.