A um ano das Eleições Regionais, o que faz o poder autonómico para melhorar a vida de todos nós?! E que propostas têm os partidos políticos para apresentarem ao eleitorado no sentido de contribuírem para uma Madeira, onde quem não pode viver nos Dubais e nos Sécs. XXI possa viver na sua terra?!
Verificando os manifestos eleitorais, percebe-se que de estruturante para o desenvolvimento socioeconómico da nossa região, nada tem sido feito. Foi a Covid 19, a guerra e, agora, a inflação a servir de desculpa para a luta inglória de Bolieiro.
Aqui não há justiça: enquanto uns arreganham os dentes para proteger os lucros do seu negócio, outros perdem o direito à educação. A pergunta que se impõe é: o que vai fazer o governo para proteger os Estudantes do Ensino Superior.
A direita teve sempre uma tese: o atual sistema não é sustentável; e uma estratégia para lhe responder: seria preciso congelar atualizações e cortar pensões. António Costa acaba de recuperar ambas, ao invocar os mesmos perigos e ao avançar com a mesma suspensão da lei de Vieira da Silva.
Na reabertura, há que (re)lembrar o empenhamento da população do Porto, a intervenção persistente do Bloco de Esquerda, o exercício de cidadania por tanta gente e principalmente a coragem das vendedoras e comerciantes do mercado.
As medidas politicamente sustentadas em calmantes e economicamente temerárias com que o Governo procura responder à perda do poder de compra pela aceleração da inflação atiram uma esmola para dentro do edifício inflacionista, à espera que as pessoas se levantem e andem.
O movimento climático mainstream reconhece que instrumentalizamos e capitalizamos absolutamente a nossa relação com o meio ambiente. No entanto, falha ainda em reconhecer a instrumentalização de pessoas que se banalizou através dos sistemas coloniais.
A novidade histórica é que esta disputa de hegemonia no Pacífico e global ocorre ao mesmo tempo que a integração entre as duas economias gera dependências mútuas irreparáveis. Se alguém pensa que uma guerra resolverá a atual disputa pela hegemonia, é melhor perceber que o seu resultado é incerto.
É preciso projetar a intervenção precoce na Infância como uma estratégia fundamental para a deficiência, por saber que quanto mais precocemente se intervir de forma global e articulada se caminha para a verdadeira inclusão.
O Tribunal do Trabalho de Ponta Delgada condenou o Hospital do Divino Espírito Santo (HDES) ao pagamento de todos as indemnizações e outros créditos laborais devidas a um seu trabalhador despedido ilicitamente. Este desfecho era uma inevitabilidade.