Roberto Almada encabeça lista do Bloco às eleições na Madeira

08 de abril 2024 - 11:47

A candidatura do Bloco às legislativas regionais antecipadas de 26 de maio apresenta o atual deputado e a coordenadora regional Dina Letra nos dois primeiros lugares da lista.

PARTILHAR
Roberto Almada e Dina Letra.
Roberto Almada e Dina Letra. Foto Bloco Madeira/Facebook

O Bloco/Madeira anunciou a composição da lista para as eleições antecipadas de 26 de maio. Roberto Almada e Dina Letra voltam a ser os primeiros candidatos e os dez primeiros nomes da lista são os mesmos que concorreram às eleições de setembro.

Numa declaração publicada nas redes sociais, Roberto Almada destacou que esta "é uma eleição muito importante para o futuro da Madeira e dos madeirenses e portossantenses".

"No Parlamento temos apresentado propostas para garantir maior acesso à habitação por parte de quem necessita, temos lutado pela valorização dos salários e das pensões, temos apresentado propostas em defesa do nosso património natural, temos sido uma voz na defesa de serviços públicos de qualidade, temos sido defensores da Escola Pública, acessível a todas as pessoas, temos defendido mais e melhores cuidados de saúde e mais apoios sociais, temos defendido os direitos dos idosos, entre tantas outras propostas", prossegue o deputado bloquista, concluindo que "o Bloco é, por isso, uma voz que faz falta na Assembleia e por isso precisamos do voto dos madeirenses e portossantenses para continuarmos a defender as pessoas".

"Sem votos não conseguiremos manter a nossa representação do Parlamento, o que prejudicaria, sobretudo, os madeirenses. Por isso é que dizemos que o voto útil, a 26 de maio, é o voto em quem defende as pessoas e não naqueles que só estão lá para nada fazer", aponta Roberto Almada.

As eleições legsilativas regionais antecipadas foram convocadas pelo Presidente da República após a demissão do governo PSD/CDS, assente numa maioria parlamentar em acordo com o PAN, na sequência das investigações sobre corrupção que envolveram o presidente do Governo e o autarca do Funchal que foi o anterior braço-direito de Miguel Albuquerque. O líder do PSD/Madeira também apresentou a demissão, mas voltou atrás depois de o juiz de instrução ter decidido libertar os arguidos com medidas de coação mais leves que o esperado. Albuquerque anunciou então que voltaria a disputar a liderança do PSD/Madeira, que depois venceu por uma margem de poucas centenas de votos, e as eleições antecipadas.