Pelas 18h deste sábado, dia 21 de junho, dezenas de pessoas concentraram-se em Braga, em frente à Reitoria da Universidade do Minho, numa ação de solidariedade com a Palestina.
Esta iniciativa, organizada pelo Grupo para a Reflexão e Contacto pela Palestina da Universidade do Minho, que reúne professores, investigadores e trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão desta Instituição de Ensino Superior, teve como objetivo "romper com a indiferença e apelar à consciência coletiva face ao genocídio em curso e à catástrofe humanitária vivida pelo povo palestiniano, em especial em Gaza".
Estiveram presentes várias dezenas de elementos da Universidade do Minho, assim como estudantes e cidadãos de Braga, neste protesto silencioso.
Esta ação denunciou, ainda, os ataques contra a Humanidade, cometidos pelo Estado israelita, através da exposição de panelas, "símbolo da luta desesperada por alimentos". Além disso, foram colocadas diversas peças de roupa de crianças e lençóis, em memória das milhares de crianças mortas.
O Grupo organizador do protesto exige "uma tomada posição firme e urgente por parte dos representantes dos Órgãos de soberania portugueses, em defesa dos direitos humanos e da dignidade de todas as vidas".
Os organizadores assinalaram, também, que estão a ser preparadas outras iniciativas, como exposições em Braga e em Guimarães, entre outras ações futuras que terão como objetivo consciencializar os membros da Universidade do Minho, e toda a sociedade civil em geral, para o que está a acontecer na Palestina.
Já no próximo dia 28 de junho, pelas 18h, estudantes da Universidade do Minho organizam um piquenique solidário para com o povo palestiniano, no Parque da Ponte, em Braga.
Recordamos, ainda, que o Grupo para a Reflexão e Contacto pela Palestina da Universidade do Minho lançou um comunicado a condenar a captura do veleiro Madleen em águas internacionais e o sequestro da sua tripulação e dos ativistas que procuravam levar ajuda humanitária a Gaza, apelando ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e ao ministro dos Negócios Estrangeiros por uma tomada de posição.