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Philip Roth (1933-2018)

O autor norte-americano morreu esta terça-feira, aos 85, por insuficiência cardíaca congestiva.
Com uma obra que conta com mais de 30 títulos, incluindo “Pastoral Americana” e “A Conspiração Contra a América”, Roth era um dos mais destacados autores anglo-saxónicos. 
Com uma obra que conta com mais de 30 títulos, incluindo “Pastoral Americana” e “A Conspiração Contra a América”, Roth era um dos mais destacados autores anglo-saxónicos. 

Com uma obra que conta com mais de 30 títulos, incluindo “Pastoral Americana” e “A Conspiração Contra a América”, Roth era um dos mais destacados autores anglo-saxónicos. 

Os livros de Roth inspiram-se na vida familiar judaica e no quotidiano norte-americano.

A notícia foi avançada pelo seu agente literário, Andrew Wylie. Blake Bailey, biógrafo de Roth, escreveu no Twitter que o autor morreu no hospital, rodeado de amigos.

O seu sucesso começou em 1959, com a publicação de “Goodbye, Columbus”, uma colectânea de contos. Dez anos depois, o autor adquiriu o estatuto de celebridade, ao publicar “O Complexo de Portnoy”. “Pastoral Americana” não apenas lhe valeu um Pulitzer mas também uma adaptação para cinema.

Roth é ainda um dos poucos escritores que recebeu o Pulitzer, o Pen/Faulkner Award (três vezes), o National Book Award dos EUA e o Man Booker International Prize. Tem ainda sido anualmente apontado como um dos favoritos ao Nobel, mas nunca chegou a ganhá-lo.

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