Os trabalhadores da Transtejo fazem uma paralisação de 24 h na próxima segunda-feira, 25 de novembro, que deve parar as carreiras de barcos no rio Tejo entre Lisboa e Montijo, Seixal, Almada e Trafaria.
José Oliveira, da federação dos sindicatos de transportes e comunicações (Fectrans), disse à Lusa: "Tendo em conta as implicações do Orçamento do Estado e do decreto-lei 133/2013, os trabalhadores decidiram avançar para uma greve de 24 horas no dia 25 de novembro".
As ligações das carreiras da Transtejo começam a parar na noite de domingo e devem regressar à normalidade já depois das 0h do dia 26 de novembro, terça-feira.
Os trabalhadores da Soflusa realizam um plenário, com paralisação da atividade, entre as 10h e as 16h de 26 de novembro, terça-feira.
Segundo a CP, está convocada para o dia 26 de novembro, por diversos sindicatos, uma greve que deverá paralisar a circulação de comboios, à exceção de 23, determinados como serviços mínimos. A greve deverá provocar atrasos e supressões de comboios já a partir da tarde de segunda-feira.
Os trabalhadores das empresas CP, Refer, CP-Carga e Emef realizarão greve ao trabalho extraordinário, ao trabalho em dia de descanso semanal e em dia de feriado, entre os dias 3 de dezembro de 2013 e 2 de janeiro de 2014.
Na STCP haverá greve de 24 h na próxima terça-feira, 26 de novembro e já estão convocadas greves parciais de 2 horas no final do turno de serviço entre os dias 2 e 7 de dezembro.
Os trabalhadores do Metro de Lisboa paralisam na próxima quinta-feira, 28 de novembro, entre as 5,30h às 9,30h.
Nos CTT, os trabalhadores fazem greve de 24 h na próxima sexta-feira, 29 de novembro. Nesta empresa, estão já convocadas mais 3 paralisações de 24 h, para os dias 27, 30 e 31 de dezembro.
Quanto à Carris, os trabalhadores farão greves de duas horas no inicio de cada serviço e duas horas no final de cada serviço, entre 1 e 7 de dezembro, e greve ao trabalho extraordinário, entre 1 e 31 de dezembro.
Os trabalhadores das empresas públicas do setor dos transportes e comunicações lutam contra a redução dos salários e a destruição da contratação coletiva, contra a privatização das empresas públicas do setor que, segundo a Fectrans, “vai conduzir ao aumento dos custos para os utentes e diminuição da qualidade e segurança do serviço prestado”.