O Museu do Aljube Resistência e Liberdade dedica-se “à história e à memória do combate à ditadura e ao reconhecimento da resistência em prol da liberdade e da democracia”, assumindo-se como “um sítio musealizado e um museu histórico que pretende preencher uma lacuna no tecido museológico português, projetando a valorização da memória de luta contra a ditadura na construção de uma cidadania esclarecida e responsável e assumindo a luta contra o silenciamento desculpabilizante, e muitas vezes cúmplice, do regime ditatorial que dirigiu o país entre 1926 e 1974”.
Assumindo o seu papel fundamental no resgate da memória, para garantir que não deixamos que o fascismo, a ditadura, o colonialismo, caiam no esquecimento e sejam branqueados, o Museu do Aljube volta a abrir as suas portas no dia 25 de Abril. Este ano, face à pandemia Covid-19, o Museu fá-lo através do facebook. E pede que partilhemos as nossas Memórias de Abril, algumas das quais serão divulgadas a partir desta rede social no dia em que se comemora a Revolução dos Cravos.
Para o efeito, apela a que, até 15 de abril, enviemos as nossas Memórias de Abril. Para tal, basta registar em vídeo, com o telemóvel (não mais que dois minutos) ou escrever e enviar para [email protected] ou através de mensagem privada na página do Museu do Aljube Resistência e Liberdade no facebook. A 25 de Abril, o Museu partilha na rede social algumas dessas memórias, a que juntará outras, dos seus arquivos.