O graneleiro de 225 metros transportava até 600 toneladas de óleo combustível, bem como uma carga completa de bauxita, o principal minério usado para fazer o alumínio. As autoridades estão preocupadas com o risco de quebra do navio, que ainda tem a bordo mais de 500 toneladas de óleo combustível.
Já a Bintan Mining Solomon Islands Limited, a companhia indonésia que fretou o navio, nega qualquer responsabilidade legal pelo navio ou responsabilidade pelo acidente e continua a carregar a bauxita com outros navios, amplificando os danos ambientais no local.
O governo das Ilhas Salomão solicitou ajuda urgente da Austrália e Nova Zelândia para lidar com o desastre ambiental, face ao lento progresso nas intervenções para retirar o combustível da embarcação.
O petróleo ainda não chegou a East Rennell, o maior atol de coral criado no mundo e um Património Mundial da UNESCO. Desde 2013, o local está numa lista de perigo da Unesco devido à desflorestação e à sobrepesca.