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Ativistas do Movimento pela Justiça Climática vão ensinar Galp a fazer transição justa

A Climáximo e a Scientist Rebellion Portugal organizam uma “palestra pública” na sede da Galp, na próxima segunda-feira na sequência do “desastre no encerramento da Refinaria de Matosinhos”.
Ambientalistas em frente à sede da Galp. Foto da Climáximo.
Ambientalistas em frente à sede da Galp. Foto da Climáximo.

Os grupos ambientalistas Climáximo e Scientist Rebellion Portugal vão organizar na próxima segunda-feira pelas 12 horas, na sede da Galp, uma ação de denúncia contra esta empresa. Usando a ironia como arma, dizem que vão fazer uma “palestra pública” no sentido de ensinar à empresa como se faz uma transição energética justa.

Os ativistas falam em “desastre no encerramento da Refinaria de Matosinhos” porque a Galp “ao mesmo tempo que anuncia o encerramento da Refinaria de Matosinhos, anuncia a sua intenção de duplicar a produção de combustíveis fósseis”. Assim, “para além de propor planos incompatíveis com os cortes de emissões necessários para travar a crise climática”, a empresa estará a demonstrar com este processo “que não é capaz de conduzir nem uma transição nem um processo justo para os trabalhadores”. O que fez foi concentrar a produção em Sines “sem ter em conta os interesses e preocupações dos seus trabalhadores”.

Esta é uma das ações que se enquadram na preparação do “Acampamento 1.5” que se realizará entre 6 e 10 de Julho no Litoral Alentejano. Durante este acampamento, a Climáximo informa que vai regressar à Refinaria da Galp em Sines para exigir "um encerramento planeado da Refinaria, que tenha em conta uma transição profissional dos seus trabalhadores”.

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