Centenas de trabalhadores manifestaram-se em frente à Assembleia da República no dia em que a petição da Fiequimetal é discutida na Assembleia da República.
FESAHT quer intervenção agilizada da ACT no caso do incumprimento do Acordo de Empresa por parte da ITAU. Trabalhadores promete continuar a lutar "até às últimas instâncias".
Os dias 11 e 12 de junho são novamente dias de greve para os trabalhadores dos bares da Comboios de Portugal, depois de as reuniões com a ITAU e com a CP se terem demonstrado infrutíferas. Trabalhadores continuam a exigir o cumprimento do Acordo de Empresa na íntegra.
Greve começou a 26 de maio e termina na sexta-feira, mas o sindicato já tem plenários previstos para a próxima semana, para dar continuidade ao processo de luta. Delegado sindical fala em decisões "unilaterais" da empresa.
Empresa ainda não pagou salários de abril a 60 trabalhadores e agora deixou todos os trabalhadores sem o salário de maio. A Highpoint já tinha atrasado o pagamento de salários em dezembro de 2024.
Sindicatos reuniram com a ITAU e com a CP, que se mostram relutantes em ceder às suas reivindicações. A empresa pública desresponsabiliza-se da resolução do conflito.
Sindicatos subscrevem o Acordo de Empresa depois de meses de negociação, mas deixam denúncias sobre pagamento de subsídio de trabalho ao fim-de-semana e nas deslocações ao serviço.
Grupo Heineken recusa-se a negociar o caderno reivindicativo dos trabalhadores. Concentração está marcada para a frente da fábrica e sede de empresa, em Vialonga, a partir das 5h de 2 de junho.
Falta de operacionais efetivos é uma das razões para greve que reivindica também a redução dos horários de trabalho e aumento do subsídio de refeição. Eventos de maior afluência devem ser os mais afetados.
Human Rights Watch e FairSquare denunciam mortes evitáveis e sem qualquer tipo de fiscalização na construção das infraestruturas para o Mundial de Futebol de 2034. Há registos de abusos laborais por toda a Arábia Saudita.
Nos plenários desta terça-feira, trabalhadores dos bares da CP reafirmaram a importância de ver cumprido o Acordo de Empresa. Em frente aos escritórios da ITAU, conseguiram marcar reunião com a empresa.
Estafetas que prestem serviços anteriores a entrada em vigor de nova regra continuam a ser abrangidos. Decisão do Supremo sobre processo de quatro estafetas contraria decisão da Relação e deve ser tida em conta para decisões posteriores.
Sindicatos marcam greve contra proposta de salários mínimos. "Não vivemos de palavras de reconhecimento nem de proclamações vazias e exigimos respeito", dizem.
Agora, o capital não se limita a informalizar. Mesmo profissões “com carteira” são precárias: disponibilidade sem fim, tarefas em casa, trabalho não pago, insegurança constante. Para um contra-ataque, é preciso recalibrar conceitos – e lutas!
Comício-festa juntou centenas de pessoas para uma tarde de convívio e discussão política no Porto. Marisa Matias aponta para necessidade de uma política de empatia e Mariana Mortágua quer "acabar com a exploração" de quem trabalha e é invisível.
Em entrevista ao Esquerda.net, a eurodeputada da Aliança da Esquerda e ex-ministra da Educação da Finlândia, Li Anderson, fala sobre a agenda progressista para o trabalho na União Europeia e a exploração de mão-de-obra irregularizada.