Política

“Do partido de Passos Coelho não se pode esperar qualquer contributo no sentido da mudança prometida pela CDU”, diz uma nota divulgada pelo Bloco de Esquerda de Loures, que pede a divulgação dos termos do acordo.

Catarina Martins afirma que a proposta do governo de Orçamento para 2014 é irresponsável e insiste na receita que já falhou. Nestes três anos, foram aplicadas medidas de austeridade no valor de mais de 24 mil milhões de euros, o PIB português desceu 11 mil milhões e a dívida pública aumentou 49 mil milhões. E, apesar disso, nenhuma meta do défice foi cumprida.

Na sua comunicação “O capital fictício na Economia Sombra”, no II Congresso Internacional Karl Marx, o economista e dirigente do Bloco sustenta que, a partir dos anos 1980, o aumento do peso do capital financeiro e a hipertrofia dos mercados financeiros não regulados mantém o processo de queda da taxa de lucro e explica a agressividade das políticas que buscam o aumento absoluto da exploração e pretendem impô-la através de formas autoritárias.

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O Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social (CES) não decretou serviços mínimos para a greve dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, na quinta-feira, ao contrário do que decidiu há 15 dias e levou à suspensão da greve.

Segundo a coordenadora nacional do Bloco, Catarina Martins, o programa de rescisão proposto aos professores pelo Ministério da Educação "faz parte da agenda de destruição da Escola Pública que está a ser levada a cabo pelo Governo”. Fenprof acusa o executivo PSD/CDS-PP de querer mandar os professores “para a miséria”.

O governo tem a intenção de lançar dentro em breve uma emissão de dívida denominada em dólares para investidores que apenas investem nessa moeda. Emissões como estas estiveram na origem de muitas das crises na América Latina e das longas intervenções do FMI. Por Eugénia Pires.

O líder parlamentar do Bloco de Esquerda, comentando os dados divulgados pela Direção-Geral do Orçamento (DGO) sobre as contas do Estado nos nove primeiros meses de 2013, considerou que "há um saque fiscal”, que não chega para "melhorar as contas do Estado face a 2012”, e há “um défice escondido com milhões de fora”.

Terminou quinta-feira em Estrasburgo uma sessão plenária do Parlamento Europeu que ficou marcada pelo debate do Orçamento da UE para 2014, mas também pela chantagem da Comissão Europeia quanto ao Orçamento Retificativo nº6. Por Cláudia Oliveira

Por iniciativa do vereador do Bloco de Esquerda, Carlos Matias, o recém-empossado executivo da Câmara do Entroncamento tomou uma primeira posição contra o corte das concessões de transporte aos ferroviários e famílias. Uma Moção nesse sentido, apresentada à Câmara esta quinta feira, foi aí aprovada por unanimidade.

O coordenador nacional do Bloco de Esquerda, João Semedo, criticou esta quarta feira o "perdão fiscal indecente" previsto no novo Código do IRC proposto pelo executivo do PSD/CDS-PP, num momento “em que o Governo vê à lupa tudo aquilo que pode cortar nos salários, nas reformas, nas pensões".

O Bloco de Esquerda recusará o reembolso do IVA pago nas despesas do partido com propaganda eleitoral, em protesto contra a desigualdade de tratamento das candidaturas independentes.

Presidente da Câmara de Lisboa comparece à posse do Porto e elogia acordo de governo na capital nortenha, onde haverá pelouros para vereadores do PS. Para Costa, “temos que dar as mãos, unir-nos, fazer esforços para que possamos levar, todos em conjunto, o país para a frente".

Porta-voz do regime de Luanda multiplica os insultos aos dirigentes do Bloco, a quem acusa de ter contribuído para derrubar “o Governo do engenheiro José Sócrates, o melhor que Portugal teve depois do 25 de Abril”.

O Bloco de Esquerda questionou nesta terça-feira o ministério da Administração Interna sobre a atuação da polícia municipal do Porto, que considera “inadmissível numa sociedade democrática”, no despejo da companhia de teatro Seiva Trupe.

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Ao contrário do que prometeu Passos Coelho, os funcionários do Estado e a maioria dos pensionistas da Caixa Geral de Aposentações vão ficar pior em 2014 do que em 2012. Em relação a 2013, todos os funcionários públicos com salários superiores a 600 euros terão os seus rendimentos líquidos diminuídos no próximo ano.