Greve no Metro de Lisboa sem serviços mínimos

28 de outubro 2013 - 17:55

O Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social (CES) não decretou serviços mínimos para a greve dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, na quinta-feira, ao contrário do que decidiu há 15 dias e levou à suspensão da greve.

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Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa agendaram uma greve de 24 horas para quinta-feira, depois de 36 organizações sindicais e comissões de trabalhadores do setor dos transportes terem decidido avançar com uma quinzena de greves. Foto de Paulete Matos

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Ao contrário do estipulado para a greve do passado dia 15 de outubro, o CES decidiu desta vez que “não são fixados quaisquer serviços mínimos relativamente à circulação de composições”, lê-se no acórdão publicado na sua página da internet.

Face a esta decisão, fonte do metro admitiu à agência Lusa que as estações estarão fechadas nesse dia.

Na última greve, devido à decisão do CES, a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) suspendeu a paralisação e substituiu-a por “um dia de luto”.

Segundo o sindicato, os serviços mínimos obrigam muitos trabalhadores a prestarem serviço e impede-os de “exercerem o direito à greve”.

Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa agendaram uma greve de 24 horas para quinta-feira, depois de 36 organizações sindicais e comissões de trabalhadores do setor dos transportes terem decidido avançar com uma quinzena de greves, entre a próxima sexta-feira e dia 8 de novembro, contra as propostas do Orçamento do Estado para 2014.