Opinião

Ricardo Gomes

À medida que o capitalismo nos impõe evoluções tecnológicas a um ritmo vertiginoso que o planeta não consegue suportar, temos de parar para pensar.

João Teixeira Lopes

Portugal comprometeu-se, pela palavra de Sócrates, com o PEC IV. É assim que funcionam os processos de decisão nas instâncias europeias…

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O Japão é uma espécie de panela onde estão colocadas 55 pipocas nucleares e ninguém sabe quando alguma vai explodir.

Ana Feijão

O Governo aprovou na semana passada um pacote de “incentivo à reabilitação urbana”, podemos dividi-lo em três linhas essenciais: maior esvaziamento dos centros urbanos, crescimento da especulação imobiliária e aumento da segregação social.

Sofia Roque

A política é isso mesmo, agir e falar em conjunto disputando o centro do dissenso. O campo da polarização da relação de forças é a mobilização, a rua. 

Ricardo Moreira

A manifestação de dia 12 de Março e o trabalho dos movimentos de precários obrigam-nos a voltar a descobrir os significados da palavra.

Marisa Matias

Na altura em que este acidente nos deveria servir de lição, as instituições e os governos europeus parecem querer esquecer que o que se passou no Japão pode passar-se aqui.

Miguel Portas

A partir de 12 de Março, a crise é simplesmente o chão que a gente pisa. Quem julgue que tudo está escrito, desengane-se. Tudo se está, de novo, a escrever.

Mariana Santos

O sentimento de desrespeito pela soberania popular, espoletado pela forma da imposição, não só deste PEC 4, mas também de todos os pacotes de austeridade, deve servir-nos de “alerta precoce” para os contornos que vai tendo a reconfiguração pós-crise da União Europeia.

Immanuel Wallerstein

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Vários estados latino-americanos de esquerda, e nomeadamente a Venezuela, são extravagantes no seu apoio ao coronel Khadafi.

João Ricardo Vasconcelos

Toda a envolvência do anúncio do PEC 4 foi simplesmente desastrosa para o governo. Pior momento e pior forma de o fazer seriam difíceis.

Rita Calvário

O problema do país e da habitação não são as rendas baixas. Os centros das cidades não estão vazios de gente porque as pessoas que lá moram pagam pouco de renda. O problema são as milhares de casas devolutas e os preços especulativos.