Opinião

João Alexandrino Fernandes

Com este insulto Passos Coelho apenas mostra que é um político falhado e vai já atirando as culpas do seu falhanço para cima dos outros.

João Teixeira Lopes

Os portugueses chegam às centenas, sem contactos, sem apoios, dormindo nas ruas e estações. Sem domicílio fixo não conseguem um visto e sem um visto não obtêm emprego. Meu Portugal nas ruas de Lausanne…

José Castro

Sobre o exercício de 2010, o total de IRC pago pelo conjunto dos bancos foi de 121 milhões de euros. Agora, os banqueiros pretendem criar um ambiente favorável para não pagarem IRC do exercício de 2011 nem nos próximos 4 anos.

Helena Pinto

Hoje é o Dia Internacional da Tolerância Zero às Mutilações Genitais Femininas.

Rita Calvário

Só no ano de 2011 foram entregues 6.900 casas aos bancos. Perante o abuso do sistema financeiro é preciso ter uma lei que proteja a parte mais frágil da relação contratual, os particulares sobre-endividados.

Salvatore Cannavò

A 1 de Fevereiro, numa entrevista televisiva, o primeiro ministro italiano Mario Monti afirmou que um posto de trabalho fixo é coisa que já não existe, acrescentando num tom que sugeria humor, que isso é até monótono.

Miguel Portas

Neste Conselho, Durão Barroso teve um momento de glória: pôde apresentar aos líderes europeus, em première mundial, um colorido power point.

José Manuel Pureza

O silenciamento de Pedro Rosa Mendes tem um significado muito preciso: doravante, quem se meter com os amigos económicos do Governo leva.

João Ricardo Vasconcelos

Considerar que um liberal aplica a contragosto um programa como o da troika equivale a pensar que alguém de esquerda subiria a contragosto o salário mínimo ou uma qualquer prestação social.

João Semedo

O fim da crónica de Pedro Rosa Mendes na Antena Um e a edição especial feita à medida do ministro Miguel Relvas revela sérios indícios de que estamos perante um caso de censura politicamente orientada.

Adriano Campos

A Espada e aos que ele representa o que interessa realmente é continuar o monólogo da austeridade cega e do abuso quotidiano sobre a vida dos milhões que todos os dias experimentam a “liberdade” do desemprego, da precariedade e do desespero.

Heitor de Sousa

O direito à mobilidade dos habitantes das regiões de Lisboa e Porto será duramente atingido com as medidas que o Governo pretende aplicar.