A saúde sexual e reprodutiva não se resume apenas no acesso ao aborto seguro e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. A OMS inclui igualmente a prevenção e tratamento de doença oncológica nos órgãos reprodutivos e a prevenção da violência sexual.
No ano em que celebramos a Revolução dos Cravos, urge dar voz a quem se levanta contra a crueldade e a mentira. Urge dar voz a quem defende um mundo que não deixa ninguém para trás. Urge dar voz a quem luta por um país mais justo, mais fraterno e mais humanista.
Passar nos Açores um filme sobre um povo da Amazónia pode parecer remoto e exótico. Não é. Pensar na realidade e na pressão que sofrem os povos indígenas amazónicos obriga necessariamente a repensar a relação de Portugal com o Brasil, assim como todas as relações coloniais.
Esta é mais uma demonstração que o PSD e a dita direita tradicional está disponível para apadrinhar discursos de extrema direita e que incitam ao ódio contra imigrantes. Passos Coelho deixou bem explícito o que Montenegro sempre tinha procurado esconder.
Portugal pede por uma mudança daquilo que é a gestão do ensino superior público, garantindo o acesso igual a todos e a sua não mercantilização. Pede também por mais financiamento e um melhor processo de atribuição de bolsas de investigação.
Não há forma subtil ou elegante de o dizer de outra maneira: creio que as televisões privadas têm hoje um profundo enviesamento à direita, quer no alinhamento e escolha dos temas, quer na maioria do comentário em emissão.
A direita promete descidas de impostos para todos, mas não fala sobre o reverso da medalha: o regresso às políticas de austeridade e às privatizações. Quer privatizar os serviços públicos e a promessa de redução de impostos beneficia as grandes empresas e os cidadãos com maiores rendimentos.
Infelizmente, continua atual a exigência de cessar-fogo. Apesar do sentimento de impotência perante a teimosia do governo israelita, ecoa por esse mundo fora o clamor “Ceasefire”.
A garantia da sustentabilidade da área da solidariedade social na saúde, como elemento estruturante de um Estado social, vital para a democracia, deve ser encarada como uma prioridade, tornando mais explícita a importância das respostas solidárias.