Que o templo está a desmoronar é uma realidade muito além dos nossos esforços para aguentá-lo, mesmo que quiséssemos. Mas não é preciso ficarmos debaixo das pedras quando caírem.
Os sábados surgiram como dia semanal de contestação, sendo já habitual a agenda desse dia ser uma agenda de reivindicação contra as agressões a que somos constantemente sujeitos no dia-a-dia.
A chantagem sobre o Tribunal Constitucional português é hoje uma preocupação fundamental de todos os defensores do modelo austeritário imposto pela oligarquia financeira que domina a Europa.
No passado dia 16 de Novembro, a Piazza Mancini, em Nápoles, encheu-se de gente. Em nome de uma economia que defenda os interesses das populações e não das grandes indústrias e contra o abuso ecológico do qual a região da Campânia tem sido vítima.
A maioria que elegeu Governo e Presidente tornou-se rapidamente numa minoria em termos eleitorais. E o consenso que se fez sentir na noite de ontem na Aula Magna não deixa dúvidas a este respeito.
“Reforma ou Refundação do Estado?” é atualíssimo. Para a direita, a reforma do Estado é uma tentativa de impor na sociedade um novo regime político. Para a esquerda, tem de ser uma condição da democracia.
Como sociedade temos que exigir o fim da violência de género. Por isso, é importante a iniciativa da Rede 8 de Março, que convoca toda as pessoas a se manifestarem pelo fim da violência contra as mulheres, no próximo dia 24 de Novembro em Lisboa.
À bestialidade apregoada só se responde defendendo recuperação económica com base na justiça social. O Bloco continuará por isso a bater-se pelo aumento do Salário Mínimo Nacional.
Para além da privação material, a pobreza constitui uma limitação de capacidades, de escolhas, do poder de gozo dos direitos civis, políticos, culturais e sociais.
A sentença do Tribunal Superior de Justiça da Galiza, onze anos após a catástrofe, provocou justa indignação. E coloca uma interrogação: afinal não há crimes contra o ambiente?