Francisco Assis deu no passado Domingo de Páscoa uma entrevista ao Jornal “Público”. Trata-se de uma entrevista interessante para um estudo sobre como se faz um candidato.
Não é possível acreditar numa instituição que não tem casos de sucesso. Não é possível acreditar num Governo que não conhece a realidade que o país atravessa. A política de austeridade nunca foi cura para a crise e Portugal não é exceção.
Qualquer limitação imposta ao trânsito estabelecido entre a política e os negócios, seja durante ou depois do exercício do mandato, apresenta-se como um obstáculo pavoroso para aqueles que veem o cargo de deputado como um meio para se alcandorar na via dos negócios.
Barreto, a meio da entrevista, revela o seu síndrome Medina Carreira e esclarece-nos que a tormenta principal da nossa vida coletiva é o “cabrito com batatas”. Não, não é um erro de citação. Segundo o próprio, este desvio gastronómico empurra-nos para o abismo.
No dia internacional da luta camponesa, recordamos a história da Via Campesina, o maior movimento internacional de pequenos agricultores, trabalhadores rurais e camponeses sem terra.
Quarenta e cinco anos depois do 17 de abril de 1969, PSD e CDS impedem os militares que fizeram o 25 de Abril de falar na sessão evocativa da revolução democrática. Diante da pretensão dos capitães de Abril, a maioria governamental responde como Américo Tomás.
De há uns meses a esta parte, o futuro dos transportes públicos, nomeadamente em Lisboa, tem vindo a ser alvo de voltas e reviravoltas, ainda sem grande decisão definitiva, mas certamente com muito jogo político à mistura.