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Miguel Cardina

Historiador, doutorado em História, investigador do CES/UC.

Coordenador do projecto CROME – Memórias Cruzadas, Políticas do Silêncio. As guerras coloniais e de libertação em tempos pós-coloniais, financiado pelo Conselho Europeu de Investigação

Artigos do Autor(a)

10 de Agosto, 2021 - 15:14h

Uma boa ocasião para debater e estimular novas políticas públicas da memória sobre o passado colonial será, certamente, o próximo ciclo comemorativo do 25 de Abril.

26 de Fevereiro, 2021 - 11:04h

O que é que Portugal pretende fazer para enfrentar, de forma cabal, os persistentes silêncios sobre este passado?

25 de Outubro, 2020 - 11:31h

No país habita, ainda hoje, o que se poderia definir como um caldo de imperiofilia, definidor de uma parte significativa dos discursos sobre a sua identidade e a sua história. Por Miguel Cardina.

28 de Junho, 2020 - 16:54h

A extensão, natureza e impacto do fenómeno da deserção no quadro da guerra colonial (1961-1974) permanece ainda pouco explorado. Existindo ainda lacunas historiográficas, será já de evidenciar o número relativamente significativo de desertores e refratários. Excerto do artigo de Miguel Cardina, publicado na Revista de História das Ideias.

6 de Setembro, 2019 - 20:36h

A produção académica dedicada à relação entre memória, património e território alerta para a necessidade de se integrar a dimensão contextual na análise de memoriais, museus, monumentos ou centros interpretativos.

17 de Abril, 2019 - 18:58h
Texto de Miguel Cardina de apoio ao debate “50 anos da crise académica”, que terá lugar no Fórum Socialismo 2019, no domingo, 1 de setembro, às 14h30 horas, no Porto.
3 de Janeiro, 2016 - 22:48h

Os debates das presidenciais, agora iniciados, mostraram-nos a persistência de um certo fenómeno político nestas eleições: o populismo.

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26 de Novembro, 2015 - 23:41h

Cavaco foi o líder da oposição durante estes dois meses e reafirmou ontem esse papel.

12 de Junho, 2015 - 00:00h

Comecemos pela boa notícia: este foi o último discurso de Aníbal Cavaco Silva num 10 de Junho. Cavaco foi um Presidente de fação, que conduziu o seu mandato no apoio ao essencial das políticas que a direita procurou meter em prática nestes anos.

14 de Maio, 2015 - 17:41h

A Europa será um espaço de respeito pela autodeterminação, pelos direitos humanos e pelo que se considera estar “à margem”, ou será outra coisa qualquer. E essa outra coisa qualquer – que é na verdade a “Europa real” que hoje nos governa - é uma herança que não iremos querer prolongar e reinventar.

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